Três cilindros será a opção de entrada. Outra novidade é a chegada do painel digital igual ao do cupê TT

Apenas três anos depois do lançamento no Brasil, o Audi A3 passa por sua reestilização de meio de vida. São mudanças bem pontuais na parte do design, para focar mais nas novas ofertas de motorização e tecnologias (como opcional).

O item mais óbvio no novo design é o novo formato dos faróis. Agora eles podem vir com o sistema LED Matrix, que ilumina mais pelo uso de lâmpadas de LED e é controlado por um computador, adaptando as luzes para evitar ofuscar os motoristas no sentido contrário. O para-choque dianteiro também mudou, com entradas de ar menores. Na traseira, temos lanternas e para-choque redesenhados.

Sob o capô aparece uma nova opção que conhecemos bem: o motor EA211, 1.0, de três cilindros, turbo, da Volkswagen . Para o A3 , ele recebeu uma preparação para gerar 116 cv de potência e 20,4 kgfm de torque entre 2.000 e 3.500 rpm.  São 2 cv a mais do que o Golf Bluemotion europeu e 12 cv a mais do que o up! TSI nacional. O 1.4 TFSI, de 150 cv, continua na linha, sendo oferecido como a versão intermediária. A versão topo de linha conta com o novo 2.0 TFSI, de 190 cv e 32,6 kgfm de torque.

Aproveitando o momento, a Audi também renovou o S3 , com o mesmo visual e melhorias para o motor 2.0 TFSI, agora capaz de gerar 310 cv e 40,8 kgfm de torque, e que é usado nas versões Sportback, Sedan e Cabriolet. Outra novidade é a oferta do A3 g-tron, abastecido com gás natural e-gas feito pela marca.

O painel digital de instrumentos chega ao A3 , que pode ser personalizado para mostrar as informações que o motorista quiser – a marca não confirma se é um opcional ou de série. A central multimídia MMI foi redesenhada, mais semelhante a um celular. No console central há um espaço reservado para celulares, capaz de recarregar as baterias do aparelho por indução, sem o uso de cabos.

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