Ator Dolph Lundgren mostra como seria usar o 1.0 turbo nas coisas mais simples da vida, como em um liquidificador

Dolph Lundgren testa skate com motor Ford EcoBoost 1.0 de 125 cv.
Reprodução/Ford
Dolph Lundgren testa skate com motor Ford EcoBoost 1.0 de 125 cv.

Dolph Lundgren é uma das lendas dos filmes de ação, conhecido por ser a máquina de matar Ivan Drago em Rocky IV . Pouca gente sabe, mas também é mestre em engenharia química. A Ford  quis aproveitar esses atributos e convidou o ator sueco para fazer algumas experiências bem fora do comum, começando por colocar o motor EcoBoost em um skate.

A ideia é simples. Pegaram um skate, trabalharam para deixá-lo um pouco mais largo e com rodas maiores atrás para ser capaz de aguentar o torque do motor turbo. Logo em seguida vemos o resultado, com os 125 cv do EcoBoost levando o skate a até 60 mph (equivalente a 96 km/h), antes da cobaia desistir. Aí o próprio Lundgren, mostrando que é macho, assume o comando do skate.

Depois do sucesso com a prancha, hora de mostrar que o EcoBoost pode resolver outras coisas na vida. Uma máquina de arremessar bolas de beisebol pode disparar a até 9 milhas por hora (14 km/h). Patético, segundo o ator. Com o motor, a máquina faz arremessos a mais de 200 milhas por hora (ou 322 km/h). E ainda tentaram rebater uma bola dessas.

O último vídeo tem uma aplicação mais caseira do motor. Um liquidificador comum tem 9 cv de potência, suficientes para cortar alguns alimentos com esforço. Melhor aumentar essa potência com o EcoBoost. Como o sueco mostra, um liquidificador comum não aguenta trabalhar com tanto poder, tiveram que montar um equipamento especial, chamado “Blender of Brutality” (Liquidificador da brutalidade), capaz de devorar frutas, talheres de prata e até outro liquidificador.

É o tipo de coisa que nos faz querer ainda mais que a Ford lance o 1.0 EcoBoost no Brasil. Finalmente virá para cá, equipando a nova versão topo de linha do Ford Fiesta – inclusive já flagramos o modelo em testes . Talvez um dia a Ford coloque no resto da linha e ele fique comum o suficiente para tentarmos nossas próprias invenções malucas.

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