Utilitário terá novo design e motor 1.4 turbo do Cruze. Chega às lojas em dezembro

Desde que foi lançado, em 2013, o Chevrolet Tracker nunca foi um campeão de vendas, sem passar das 15 mil unidades vendidas. Nem poderia vender mais do que isso, já que está preso à cota de importação do México, com limite de 12 mil unidades por mês. A General Motors  vai continuar a apostar no utilitário com a chegada do modelo reestilizado ao Brasil, com apresentação marcada para o Salão do Automóvel .

Apresentado nos EUA em fevereiro, durante o Salão de Chicago , o Tracker (conhecido por lá como Trax) adota uma frente parecida com a da nova geração do Cruze , deixando de lado o visual semelhante ao da minivan Spin . Ganhou faróis mais finos e com luzes de LED, a área das luzes de neblina está maior, as lanternas traseiras contam com novo desenho interno e o para-choque traseiro foi redesenhado, deixando as luzes auxiliares fora da parte de plástico. As rodas agora são aro 18.

O interior do Agile também foi descartado. Agora o velocímetro não é mais digital e passa a ser analógico, com novo grafismo. Além disso, incluíram a central multimídia de segunda geração MyLink com tela sensível ao toque de 7” com roteador Wi-Fi, navegação por GPS e sistema compatível com Android Auto e Apple CarPlay.

Teremos novidade na motorização. A versão LTZ deve ser vendida com o motor 1.4 turbo de 153 cv do Cruze , combinado ao câmbio automático de seis marchas. Já o modelo de entrada LT deve continuar com o 1.8 flex de 144 cv. O modelo topo de linha deve incluir alerta de ponto cego, de colisão e de desvio de trajetória, itens que passam a equipar o Trax nos EUA.

Por seu baixo volume, o Tracker ficou por último na lista de lançamentos da GM neste ano e vai aparecer ao lado do Cruze Hatch . Já vimos a Chevrolet S10  e o utilitário TrailBlazer renovados . A próxima novidade deve ser a nova geração do Cruze , em uma corrida para chegar antes do rival Honda Civic . Em seguida será a vez do Onix e Prisma reestilizados, momento em que a GM vai reaproveitar o hatch pré-facelift  para vende-lo como uma opção de entrada, mais barata e bem menos equipada.

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