Agora com CVT, Honda City DX faz 8,5 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada, diz a fabricante, mas fica R$ 5.800 mais caro

Agora o Honda City tem opção de câmbio CVT desde a versão de entrada, a partir de R$ 65,2 mil
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Agora o Honda City tem opção de câmbio CVT desde a versão de entrada, a partir de R$ 65,2 mil

Anunciado em maio, o Honda City DX passa a contar com versão com transmissão CVT por R$ 65.200. A versão de entrada do sedã já está nas lojas, com um acréscimo de R$ 5.800 sobre o valor cobrado pelo modelo com câmbio manual de cinco marchas,  que tem preço sugerido de R$ 59.400, o que é  R$ 3.800 mais em conta que o City LX, também com CVT. A única diferença entre o DX manual e o automático é a transmissão, o pacote de equipamentos é o mesmo.

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O City DX é o modelo mais básico oferecido pela Honda , com ar-condicionado manual, direção elétrica, sistema de som com Bluetooth, entrada USV e viva-voz, chave canivete com imobilizador, volante com ajuste de altura e profundidade, e acionamento elétrico para vidros, travas e retrovisores externos. Todas as versões do City utilizam o mesmo motor 1.5 i-VTEC FlexOne, de 116 cv e 15,3 kgfm, com etanol.

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Embora a Honda não tenha divulgado os dados de consumo, podemos considerar que essa versão faz 8,5 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada, com etanol – valor obtido pelo Inmetro com o modelo LX, que usa o mesmo motor. A diferença é mínima em relação ao City DX manual, que faz 8,6 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada, deixando o CVT apenas como uma opção para quem quer o conforto de não trocar de marcha.

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