Sexta geração do Hyundai Elantra foi bem avaliada pelo teste mais rígido de colisão dos EUA. Chega ao Brasil ainda neste semestre

O Hyundai Elantra conseguiu a nota máxima no teste de colisão contra postes e árvores, que atinge só 25% da frente do veículo.
Divulgação/IIHS
O Hyundai Elantra conseguiu a nota máxima no teste de colisão contra postes e árvores, que atinge só 25% da frente do veículo.

O Hyundai Elantra enfrentou o temido teste de colisão do Insurance Institute for Highway Safety (IIHS) e se saiu bem, recebendo a nota máxima de segurança. É um bom argumento para a Hyundai-CAOA utilizar quando começar a publicidade da sexta geração do sedã, prevista para chegar ao Brasil ainda este ano – o modelo apareceu em um comercial para os Jogos Olímpicos.

Temido? Sim, porque o IIHS faz cinco tipos de testes. Três deles são os padrões do NCAP pelo mundo: batida frontal, batida lateral e rigidez do teto. Os outros dois são o chamado small overlap. O teste convencional é de uma colisão a 64 km/h em 40% da frente do lado do motorista do veículo contra uma barreira deformável. O do IIHS é contra 25% do veículo, também do lado do condutor.

A diferença é que, ao bater dessa forma, a carroceria irá deformar de uma forma diferente, o que pode deslocar o airbag a ponto que ele não proteja o motorista. Outro problema é que a deformação empurre parte da carroceria contra os ocupantes. A ideia é simular um impacto contra um poste ou uma árvore. Tornou-se temido por pegar as fabricantes de surpresa, já que os carros foram projetados para ter bons resultados nos testes convencionais.

Se sair bem é um ótimo argumento para o Hyundai Elantra . Quando o IIHS começou a fazer esse novo tipo de teste, em 2012, reprovou a maioria dos sedãs que haviam recebido nota máxima nos crash-tests convencionais. A estrutura do veículo foi considerada estável e a carroceria invadiu apenas 51 milímetros da cabine, contra 229 milímetros da geração anterior – uma melhoria significante, já que o Elantra anterior recebeu apenas um “aceitável”.

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