Produzido no Brasil, nova geração do Jeep Compass ficará logo acima do Renegade. Confira todas as versões, equipamentos, preços e fotos

Após meses de espera e flagras do modelo em teste, o Jeep Compass enfim foi apresentado oficialmente pela fabricante. Trata-se do segundo carro da marca produzido no Brasil, na fábrica em Goiana (PE), e que será posicionado logo acima do Renegade , o primeiro Jeep nacional. A pré-venda começa  com preços que vão de R$ 99.990, na versão Sport com motot 2.0 flex, até R$ 149.990, cobrados pela configuração Trailhawk 2.0 turbodiesel.

Fabricado sobre a plataforma Small US-Wide, o Jeep Compass compartilha muita da mecânica do Renegade , mas puxa para o design de outro carro, o Grand Cherokee . A grande frontal é bem semelhante, mais fina com as características da marca. A ideia é que, ao olhar para o Compass, as pessoas lembrem justamente do Grand Cherokee , um modelo mais sofisticado. Os faróis tiveram uma atenção especial, com uma assinatura de LED na dianteira e na traseira como item de série. Nas configurações mais completas, as lâmpadas são de xenon.

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Da mesma forma que o Renegade, o Compass tem muitos easter eggs, ou seja, pequenos segredos que funcionam como referências. Por exemplo, os pneus tem rastros que lembram o Jeep Willys MB . Se procurar com calma, dá para encontrar uma salamandra e até mesmo uma brincadeira com o monstro do Lago Ness. É uma brincadeira para quem é fanático pela marca e acompanha sua história com muito afinco.

Revolução dos Jeeps

Para a empresa, o Jeep Compass não é apenas o irmão mais velho do Renegade, e sim uma aposta na categoria dos SUVs médios, acreditando que pode bater todos os outros rivais do meio, como Hyundai ix35, Kia Sportage, Toyota RAV4, e outros. Para isso, colocaram um preço bem competitivo de R$ 99.990 – menos do que o Renegade Sport com motor 2.0 turbodiesel, a versão mais barata com essa motorização. Além disso, vem muito bem equipado.

Desde a versão básica Sport, o crossover vem com ar-condicionado, computador de bordo com tela TFT de 3,5”, câmera e sensor de estacionamento traseira, cinto de segurança de três pontos para todos os bancos, controle eletrônico de estabilidade, tração e anti capotamento, direção elétrica, faróis de neblina, volante multifuncional, assistente de partida em rampas, ancoragem ISOFIX, luzes em LED para iluminação diurna, central multimídia com tela de 5” sensível ao toque e com função Bluetooth, navegação por GPS e entrada USB, travas e vidros elétricos nas quatro portas, rodas de liga leve 17” e rack no teto. Essa configuração, por R$ 99.990, usa o motor 2.0 TigerShark Flex de 166 cv a 6.200 rpm e 20,5 kgfm de torque a 4.000 rotações, com etanol, com câmbio automático de seis marchas e tração dianteira. Não divulgaram os dados de consumo dessa versão.

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A versão seguinte é a Longitude , nas versões 2.0 flex e 2.0 turbodiesel, por R$ 106.990 e R$ 132.990, respectivamente – sempre com tração integral com função de reduzida nas configurações com motor diesel. Adiciona luz ambiente, ar-condicionado de duas zonas, chave presencial, piloto automático, rodas de liga leve 18”, retrovisores elétricos com repetidor de seta, aletas para troca de marchas atrás do volante, e central multimídia com tela de 8,4” sensível ao toque. O motor diesel é o 2.0 Multijet II de 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm, com câmbio automático de nove marchas.

Para quem quer ficar no motor flex, a opção topo de linha do Jeep Compass é o Limited , por R$ 124.990. É só nessa versão que o crossover passa a contar com sete airbags (dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um de joelho para o motorista). Recebe também detector de pontos cegos, faróis de xenon, espelho eletrocrômico, sensor de chuva e acendimento automático dos faróis. No caso do motor diesel, a escolha mais completa é a Trailhawk , por R$ 149.990, e que ganha itens como protetor de carter, tanque e transmissão, seletor de tração para cinco tipos de terreno.

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Quer saber como anda o novo Jeep Compass? A reportagem de iG Carros participará do test-drive na quarta-feira de manhã e iremos te contar como se comporta o crossover e se vale a pena deixar o Renegade de lado para investir no SUV maior. 
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