Apostando no segmento dos aventureiros, Chevrolet Onix Activ vem apenas com motor 1.4 ocupando o topo de gama do Onix reestilizado

Além de todas as mudanças na linha do Onix e Prisma , com o novo design e mais equipamentos, teremos mais duas novidades. Uma delas será o Onix de entrada, com o visual atual, como um carro mais em conta da linha, que iremos conhecer na semana que vem. E a outra está do outro lado da gama, como o modelo mais caro, o Chevrolet Onix Activ . É uma versão aventureira do hatch, vendido por R$ 57.190 na versão manual e R$ 62.290 com câmbio automático.

A estratégia é bem simples. Quando a Fiat apresentou o Mobi Way , disse que os modelos aventureiros representavam boa parte do mix de vendas. A General Motors viu que há um filão que eles podem participar e já tiveram um gostinho com a minivan Spin Activ. Resolveram usar a mesma ideia em um carro de maior volume e a escolha óbvia era o Onix , aproveitando o momento da renovação de design e pequenos ajustes mecânicos.

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Visualmente, o Chevrolet Onix Activ utiliza todos os elementos de design feitos para toda a linha de Onix e Prisma. A frente baseada na segunda geração do Cruze continua aqui, com faróis mais finos integrados à grade bipartida. O que muda são as molduras de plástico na carroceria, que contornam a parte de baixo de todo o veículo. Começa no para-choque dianteiro com um desenho exclusivo, passando pelos faróis de neblina, caixa de rodas e saias laterais, até chegar no para-choque traseiro. Para completar, colocaram um rack no teto .

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Aventureiro, mas sem estepe pendurado

Chevrolet Onix Activ
Divulgação
Chevrolet Onix Activ

Na mecânica, o diâmetro externo dos pneus são maiores do que o modelo regular, usando rodas aro 15” e pneus 195/65. A suspensão foi elevada 30 milímetros o que, em conjunto com os novos pneus, aumentam o ângulo de ataque em 20%. Para ajudar, elevaram a posição de dirigir em 40 milímetros, ampliando o campo de visão e ainda dá aquele ar de utilitário esportivo – algo que os clientes desse segmento buscam. E sem estepe na traseira.

Como é baseado na versão LTZ, vem com ar-condicionado, direção elétrica progressiva, banco do motorista e coluna de direção com ajuste de altura, vidros elétricos, painel com velocímetro digital e computador de bordo, central multimídia MyLink 2 com espelhamento de smartphone, faróis dianteiros com assinatura de LED, faróis de neblina, sensor de chuva, controle de velocidade de cruzeiro, retrovisores externos com ajuste elétrico e o sistema OnStar de assistência em casos de acidente (com o primeiro ano gratuito).

Sob o capô está o mesmo motor SPE/4 1.4 de 106 cv a 6.000 rpm e 13,9 kgfm a 4.800 rpm, quando abastecido com etanol. Pode trabalhar com conjunto com o novo câmbio manual de seis marchas ou o automático também de seis. O teste de consumo do Inmetro diz que, com transmissão manual, o Chevrolet Onix Activ faz 13,8 km/l nas rodovias e 12,3 km/l na cidade, com gasolina. Ao usar etanol, o rendimento passa para 9,4 km/l na estrada e 8,4 km/l na cidade.

Em alguns casos, o ajuste da suspensão deixa o carro mais gostoso de andar (como no caso do Fiat Mobi Way ). Veremos se é o caso do Chevrolet Onix Activ durante o test-drive ao longo do dia. Para ajudar, o trajeto de Gramado (RS) até Porto Alegre (RS) será debaixo de chuva, boas condições para avaliar um veículo que diz ser aventureiro e que encara situações mais fortes. O resultado você confere em breve aqui em iG Carros.

* Viagem feita a convite da General Motors do Brasil

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