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Versão mais em conta não terá mudanças no desenho do restante da linha

Chevrolet Onix que ficará na base da linha, com placas de testes de São Caetano do Sul, é flagrado em São Paulo
Carlos Guimarães/iG
Chevrolet Onix que ficará na base da linha, com placas de testes de São Caetano do Sul, é flagrado em São Paulo

A GM vai adotar uma série de mudanças na linha Onix a partir do início do mês que vem. Além da renovação do hatch, cujo lançamento está agendado na última semana deste mês de julho, também haverá a apresentação da nova versão abaixo da LS , mais em conta da linha, marcada para meados de agosto,

Trata-se de um carro que vai ocupar o lugar do Celta , pelo menos por enquanto, e que a reportagem de iG Carros flagrou em uma rodovia de São Paulo. Note que a unidade flagrada com placas verdes, para carros de teste, da cidade de São Caetano do Sul, onde fica a principal fábrica da GM do Brasil, vem sem pintura das maçanetas das portas nem nos retrovisores externos.

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Além disso, as rodas são de aço com calotas, seguindo o padrão mais simples de acabamento do Onix atual. Assim como o Fiat Palio Fire , o Onix basicão terá desenho desatualizado em relação  ao restante da linha, que receberá mudanças visuais, principalmente na frente, que  seguirá o estilo do atual sedã Cobalt.

Apesar de basicão, o Onix mais em conta da linha terá ar-condicionado e direção hidráulica entre os itens de série, assim como o LS mais simples, mas pode perder itens como detalhes cromados nos controles de ventilação. Hoje, o LS mais em conta tem preço sugerido de R$ 39.190. Portanto, espera-se que a GM consiga ofercer o Onix basicão por algo um pouco abaixo disso.

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E quando vem o novo Celta?

 O verdadeiro substituto do Celta será fabricado em parceria com a China e vai fazer parte de uma nova família de veículos que serão fabricados sobre a nova plataforma para carros de países emergentes, a GEM (Global Emerging Markets). Espera-se, porém, que seja lançado em 2018, de acordo com o site Argentina Autoblog .

Será um projeto global, que envolverá nove fábricas ao redor do mundo. E o Brasil poderá ser responsável pela produção para todo o Mercosul, mas isso ainda depende da situação econômica do país, que ainda enfrenta uma grava crise econômica que tem causado fortes impactos nas vendas de automóveis e comerciais leves.

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