Ford Edge
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Ford Edge

Volta e meia os Presidentes da República trocam seus carros oficais. Atualmente, Dilma Rousseff usaum  Ford  Edge.  Doze unidades foram compradas em 2012 para a frota do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Faz a escolta da própria presidente,entre outras atribuições.

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Dilma Rousseff

De todos esse carros, apenas dois não são blindados e custaram R$ 105 mil cada, na época em que foram comprados. Ao todo, gastou-se R$ 1,76 milhão. Os preços foram definidos em pregão eletrônico, que funciona como um leilão invertido, via internet: os interessados baixam os preços dos lotes até que reste apenas o que pede o menor valor.




Ford Fusion
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Ford Fusion


No caso de Luiz Inácio Lula da Silva, a partir de meados de 2008, foi cedido pela Ford , em regime de comodato, um Ford Fusion , que passou a ser usado seguranças, o médico do presidente e auxiliares mais diretos  Foi o primeiro presidente do Brasil a usar um modelo híbrido como carro oficial.

Chevrolet Omega
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Chevrolet Omega




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Luiz Inácio Lula da Silva

O carro híbrido da Ford substituiu o Chevrolet  Omega blindado que Lula também usou para se deslocar no dia a dia em seus compromissos desde quando assumiu a presidência, em 2002. Foi a última geração do sedã da GM que foi vendida no  Brasil. Vinha com novo motor V6 3.6, de 292 cv e câmbio automático sequencial de seis marchas.


Chevrolet Omega
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Chevrolet Omega



O presidente Fernando Henrique Cardoso, quando assumiu o poder, em 1994, tinha um GM Omega à disposição. Era o modelo fabricado no Brasil, de origem alemã Opel, além de ter sido um dos carros mais sofisticados feitos pela GM no País. Vinha com faróis de milha de superfície complexa, rolamentos que dispensavam manutenção, eixo cardã bipartido, entre uma série de outros itens.

Chevrolet Omega (australiano)
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Chevrolet Omega (australiano)


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Fernando Henrique Cardoso

 Quando o sedã deixou de ser fabricado no Brasil, no fim de 1998, foi substituído pelo Holden Commodore , vindo da Austrália, mas que continuou se chamando Omega no Brasil. As primeiras unidades do sedã que chegaram ao País vinham com motor Buick , V6 3.8, de concepção mais antiga do que o 3.6 V6, que o substituiu em seguida, com comandos de válvulas nos cabeçotes em vez de instalados no bloco. 


Chevrolet Opala Diplomata
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Chevrolet Opala Diplomata





Na maior parte do mandato de Itamar Franco, o carro oficial foi o GM Opala Diplomata , que saiu de linha em 1992. Foi um dos carros que ficaram mais tempo em produção no Brasil, já que o sedã começou a ser montado em São Caetano do Sul em 1969. Os primeiros modelos com motor de seis cilindros em linham 3.8 litros, cilindrada que passou para 4.1 litros em 1971.

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Itamar Franco

O Diplomata foi um dos carros mais confortáveis disponíveis no País. As últimas unidades vinham com direção Servotronic, câmbio automático ZF de quatro marchas ou de cinco (Clark), com marcha à ré sincronizada, entre os destaques, junto com o sistema de som digital, que era novidade no início dos anos 90 no Brasil.




Lincoln Continental
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Lincoln Continental



Famoso por ter chamado os carros nacionais de "carroças", Fernando Collor de Mello teve um Lincoln Continental . De fato, se comparado com os sedãs mais caros feitos no Brasil, o norte-americano dava um banho de tecnologia e sofisticação. Já tinha injeção eletrônica de combustível, freios ABS,  sensores que acionam os faróis automaticamente ao escurecer, computador de bordo com uma série de funções ar-condicionado digital, vários controles no volante, entre outros itens que os carros feitos por aqui, entre o final dos anos 80 e o início dos 90 ainda não tinham.

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Fernando Collor de Mello

Foi durante o mandato de Collor que os primeiros modelos importados começaram a chegar ao Brasil. Na época do Salão do Automóvel, em 1990, o presidente chegou a pilotar o principal destaque do evento, uma Ferrari F40 , com motor V8, biturbo, de 325 cv, um supercarro que mais parecida uma nave espacial para nós, brasilleiros, na época em que o máximo de esportividade que havia aqui eram os modelos fora de série,com carroceria de fibra de vidro.


Ford Landau
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Ford Landau


O Ford Landau serviu vários presidentes do Brasil, entre eles João Figueiredo e José Sarney.Era o modelo mais luxuoso da marca. Vinha com acabamento caprichado, o que incluia tecidos nobres e peças cromadas de verdade. Os bancos inteiriços, na frente e atrás, acomodavam bem até seis pessoas.

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José Sarney

A direção já era assistida e o câmbio automático, de três marchas, tinha alavanca na coluna de direção. Entre outros itens incluídos na lista de equipamentos de série estavam ar-condicionado, pneus com faixa branca, comandos internos dos espelhos retrovisores e para-brisa degradé.





Ford Galaxie
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Ford Galaxie



O antecessor do Landau, o Galaxie , lançado em 1967, foi usado por militares, como Ernesto Geisel. O sedã grande feito no Brasil era bem parecido com a versão vendida nos Estados Unidos. Vinha sempre com motor V8. Primeiro com 292 polegadas cúbicas de cilindrada e, depois, com 302 polegadas. Impressionava pela suspensão que absorvia bem as iregularidades do piso, dando ideia de que o carro estava flutuando no asfalto, tamanho o conforto que proporcionava aos ocupantes.

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Ernesto Geisel

A boa área envidraçada e o acabamento bem acima da média dos sedãs disponíveis no País entre o fim dos anos 60 e o início de 70 também faziam parte das principais qualidades desse For d, que podia ser equipado com câmbio manual ou automático, sempre se três marchas e tração traseira.  





Ford-Willys Itamaraty
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Ford-Willys Itamaraty

Comprada pela Ford em 1968, a Willys fez uma versão limusine do Itamaraty , que foi usada por Costa e Silva e Castelo Branco. Tinha equipamentos sofisticado para a época, como bancos de couro e ar condicionado. 

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