Fiat 500e deverá chegar ao Brasil apenas na versão topo de linha Icon, por mais de R$ 250 mil, com a alta do dólar
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Fiat 500e deverá chegar ao Brasil apenas na versão topo de linha Icon, por mais de R$ 250 mil, com a alta do dólar

Mesmo com a cotação do dólar nas alturas, a Stellantis segue com o plano de trazer ao Brasil seus modelos elétricos de híbridos, apesar de manter certa cautela. A novidade agora é que o Fiat 500 elétrico está prestes a estrear no Brasil, o que deve acontecer em meados do ano, comforme apurou a reportagem de iG Carros.

Portanto, o Fiat 500 elétrico vai chegar às lojas do Brasil antes do Peugeot 208 e-GT , outro elétrico da Stellantis (PSA + FCA), que chegou a ser apresentado à imprensa no ano passado, mas que segue em previsão de chegar às lojas do País, em função das conjunturas atuais. 

Para trazer híbridos e elétricos ao Brasil (a previsão é de três modelos até 2022), a Stellantis já anunciou parceria com a Enel X, empresa de soluções energéticas. Além disso, a marca planeja fazer investimentos na infraestrutura necessária para a recarga de híbridos plug-in (como o Compass 4Xe ) e elétricos. A ideia é trabalhar em soluções para carregamento fácil, conectividade e segurança para simplificar a vida dos clientes que optam por dirigir um veículo eletrificado.

O novo Fiat 500 elétrico deverá ser trazido apenas na versão topo de linha Icon, com preço acima dos R$ 250 mil, portanto, abaixo dos R$ 283.950 do BMW i3, ou dos R$ 274 mil do Chevrolet Bolt.  O carro é equipado com um motor elétrico de 87 kW (118 cv), vai de 0 a 100 km/h em apenas 9 segundos, atinge 150 km/h e tem 320 km de autonomia.

As baterias de íon-lítio do Fiat 500 elétrico têm capacidade de 42 kWh e foram projetadas para a recarga rápida nos postos de energia. Ele é capaz de recuperar 80% de sua carga total em apenas 35 minutos, ou garantir 50 km de autonomia com apenas 5 minutos na tomada.

É possível utilizar wallbox de 7,4 kW, com capacidade para completar a energia das baterias por completo em pouco mais de seis horas. Em uma tomada comum, o tempo necessário sobe para 14 horas, conforme a FCA .

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