Conheã 5 versões da Kombi que nunca tivemos no Brasil

Hoje é o Dia Nacional da Kombi; veja um pouco mais sobre sua história fora do mercado brasileiro

1 - Kombi T2 com teto baixo

Na Alemanha, já em 1967 a Volkswagen substituiu a Kombi Corujinha por um modelo de nova geração, que trazia como destaque a presença da porta lateral corrediça nas variações furgão de carga e passageiros.

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2 - Deluxe Microbus

Conhecida também pelo nome Samba, a v'ersão de luxo' da Kombi de primeira geração se diferencia pela presença das oito janelas adicionais no teto e pelo teto solar de lona. O visual do modelo é muito parecido com a Kombi Luxo brasileira da época, trazendo pintura em dois tons separada por um friso cromado, com a porção superior geralmente na cor branca.

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3 - T2 com câmbio automático

Em 1973, a Kombi de 2ª geração vendida nos Estados Unidos ganhou a opção de um câmbio automático de três marchas. Essa transmissão podia ser combinada apenas com um motor boxer 1.7 de 63 cv, que era uma versão menos potente do propulsor que seria empregado também no Porsche 914

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4 - T3 com refrigeração a água

Na parte mecânica, esta geração foi marcada pelo uso do motor " Wasserboxer ". Diferente dos modelos "a água" brasileiros, que sempre usaram propulsores em linha, esse motor alemão era o conhecido boxer a ar de 4 cilindros da marca modificado para funcionar com refrigeração a líquido. Foi produzido em variações 1.9 e 2.1, desenvolvendo até 114 cv

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5 - Transporter T6

Descendente mais atual da Kombi, o Volkswagen Transporter T6 está disponível nas versões caminhão e furgão para cargas e passageiros, com chassi longo ou curto. Este herdeiro da Kombi conta com a opção de tração integral, câmbio automátizado DSG de sete marchas e dupla embreagem e até uma variação com propulsão elétrica

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