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A Chevrolet é a marca mais desejada pelos brasileiros para a compra de carros em 2025, segundo a Pesquisa sobre Intenção de Compra da Webmotors. O estudo anual, realizado com usuários da plataforma, revelou que a montadora americana recebeu 12% das menções dos entrevistados. Na sequência, aparecem Volkswagen(11%), Toyota(11%), Honda (10%) e Fiat (9%), completando o Top 5.
Confiança é o principal fator na escolha da Chevrolet
A pesquisa também apontou os principais atributos que levaram os consumidores a escolherem suas marcas favoritas. No caso da Chevrolet, a confiança foi o aspecto mais citado (32%), seguida por manutenção (26%) e conforto (12%).
Para os compradores que preferem a Volkswagen, a confiança lidera (37%), seguida por manutenção (19%) e design (10%). Já a Toyota se destaca principalmente pela confiança (57%), seguida por autonomia (10%) e tecnologia (9%). A Honda também se sobressai em confiança (56%), seguida por segurança (10%) e manutenção (10%). No caso da Fiat, a manutenção é o fator mais valorizado (33%), seguida por confiança (14%) e desempenho (12%).
De acordo com Natalia Spigai, CMO da Webmotors, "a presença de cinco marcas praticamente centenárias entre as preferidas para compra de carro no Brasil reforça que a confiança é um atributo que demanda tempo para ser construído, mas garante a longevidade de uma marca mesmo em um mercado tão desafiador e exigente como o brasileiro".
SUV e motor flex dominam a preferência dos brasileiros
Além da escolha da marca, a pesquisa da Webmotors também identificou a carroceria e o tipo de motor mais desejados pelos brasileiros. Os SUVs lideram a preferência, com 38% das respostas, seguidos por sedãs (26%), hatches (20%), picapes (10%) e peruas (2%).
Em relação à motorização, o motor flex aparece como o favorito, sendo citado por 65% dos entrevistados. Em seguida, aparecem o motor a gasolina (17%), diesel (8%), híbrido (8%) e elétrico (2%). Natalia destaca que "o flex mantém sua atratividade por ser o tipo de motor com maior variedade de modelos e por ser economicamente viável para grande parte da população. No entanto, é interessante observar que os híbridos estão ganhando espaço em relação aos elétricos, devido à falta de infraestrutura adequada para os 100% elétricos no Brasil".