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A Yamaha XTZ 250 Ténéré já está na versão para 2018. Acessível e estilosa

A Yamaha XTZ 250 Ténéré preta tem detalhe em azul. A verde e a marrom o detalhe é cinza
Gabriel Marazzi
A Yamaha XTZ 250 Ténéré preta tem detalhe em azul. A verde e a marrom o detalhe é cinza

A Yamaha XTZ 250 Ténéré está estreando novas cores e grafismos para o modelo 2018. Muita novidade? Nem tanto. Mas as virtudes dessa aventureira de média/baixa cilindrada merecem ser citadas. A primeira Ténéré 250 2018 chegou com exatos 000 km no hodômetro total (0,2 km no parcial). Como diria o Silvio Santos, “zerinho, zerinho!”.

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Relembrando, a Yamaha XTZ Ténéré 250 chegou ao mercado em 2010, depois de dez anos sem uma representante da família por aqui. A primeira foi a XT 600 Ténéré de 1987. Baseada na Yamaha XTZ 250 Lander, que foi lançada no Brasil em 2006, a Ténéré 250 tem como diferenciais o maior tanque de combustível, a carenagem fixa, que suporta o duplo farol e o painel de instrumentos, que também são fixos (não viram junto com o guidão). Com lâmpadas simples, um dos lados do farol é o facho alto e o outro lado é o facho baixo.

Desde o ano passado o modelo está bastante evoluído, com a nova traseira mais bonita, com lanterna de led, novo bagageiro de maior capacidade de carga e suspensão com regulagem de pré-carga da mola em 5 posições. O painel de instrumentos é totalmente digital, mais eficiente porém sem o belo conta-giros analógico, que muitos ainda gostam. Um indicador ECO
acende quando a pilotagem está econômica e eficiente. Depende apenas da mão direita do piloto.

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O motor é flex, funciona bem com gasolina E27 e etanol E100. É chamado pela Yamaha de BlueFlex. Com potência de 20,9 cv e torque de 2,1 kgfm, é refrigerado a ar porém tem radiador de óleo, o que auxilia na lubrificação e na refrigeração. O câmbio tem cinco marchas. Apesar de ser uma fora de estrada, a Ténéré 250 é mais adequada para viagens por caminhos nem sempre asfaltados. Fica para a Lander a tarefa de oferecer mais diversão em trilhas ou caminhos realmente difíceis. Na cidade, mesmo sendo mais larga, a tarefa de serpentear entre os automóveis não é penosa. O mais difícil é montar, desmontar e manobrar, devido à grande altura do banco. Um terror para os baixinhos que adoram uma aventureira, mas que se torna uma vantagem em outras situações.

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As suspensões são macias e eficientes, graças aos longos deslocamentos dos amortecedores. Às vezes um pouco macias demais. A novidade para o modelo 2018, então, são apenas as novas cores e grafismos. O que melhorou muito, com o nome da moto no tanque em letras menores, mais discreto. A verde e a marrom têm o tanque dessa cor e o suporte da carenagem, que também é elemento estético, na cor cinza. Já a azul tem essa cor no suporte da carenagem e o tanque de combustível é pintado de preto fosco. É uma bela motocicleta. A Yamaha XTZ 250 Ténéré custa R$ 16.190.

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