Tamanho do texto

Levantamento do Centro de Experimentação e Segurança Viária aponta que a maior parte das batidas ocorrem abaixo de 40 km/h

A grande parte dos carros com avaria no trânsito são passíveis de manutenção, diz o centro
Divulgação
A grande parte dos carros com avaria no trânsito são passíveis de manutenção, diz o centro

O CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária) informa que 75% das colisões que acontecem nos grandes centros urbanos ocorrem em baixa velocidade. De acordo com o centro, a maior parte das batidas ocorrem abaixo de 40 km/h. Logo, os carros envolvidos são passíveis de reparação.

LEIA MAIS: GM confirma que terá 20 novos lançamentos no Mercosul até 2022

As carrocerias dos veículos evoluíram em design, elementos estruturais e facilidade na manufatura e reparo. Ainda conforme o Centro de Segurança , a longarina é uma peça chave. Por se caracterizar como uma peça estrutural, responsável por grande parte da absorção do impacto em colisões frontais, ela deve ser substituída de forma adequada.

LEIA MAIS: Relembre 5 carros que saíram de linha no Brasil, mas são vendidos no mundo

O fechamento completo da estrutura tem preço médio de R$ 474,56 nas oficinas. Com o processo seccionado, o valor cai para R$ 43,34, cerca de 990% de diferença de custo. A travessa interna, por sua vez, pode ter tipos diferentes de materiais (plástico, aço ou alumínio). Junto do crash-box, é fundamental para a proteção da estrutura. A substituição completa das peças tem preço médio de R$ 3.116. Com o diagnóstico seccionado, o valor cai para R$ 584.

Ainda de acordo com o CESVI, a reparação adequada conta com a readequação dimensional da carroceria, diminuindo os espaços entre as peças que caracterizam um carro que já foi batido.

Bateu?

CESVI apresenta nova plataforma para reduzir o tempo de diagnóstico em sinistro
Divulgação
CESVI apresenta nova plataforma para reduzir o tempo de diagnóstico em sinistro

Na metade do ano passado, o CESVI apresentou sua nova plataforma Smart de orçamentos, que agiliza o processo de reparação através de informações simples.A nova plataforma do CESVI pode ser utilizada tanto por orçamentistas de oficinas, quanto reguladores de sinistro do mercado de seguros. Os dados são pautados pela frequência de ocorrências por um algoritmo. Por exemplo: após uma vistoria sobre as condições do veículo sinistrado, o regulador pode acessar o Smart e selecionar quais partes do veículo foram afetadas em um vetor simples.

LEIA MAIS: Carros são obrigados a receber câmera de ré como item de segurança nos EUA

A partir das informações concebidas, o sistema traça a sugestão das peças a serem trocadas. O usuário não precisa informar o estado de cada componente, pois o sistema é capaz de identificar as condições apenas com o laudo do mecânico. Em outras palavras, a plataforma do Centro de Segurança entende que uma colisão que abrange apenas o paralama e parachoque dificilmente comprometeria a suspensão, por exemplo.