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Fiat 500 continua vindo do México para o Brasil com o mesmo visual com que chegou, em 2012. Agora, teto solar é de série

O pequeno Fiat 500 comemora 60 anos de história em 2017, e a marca italiana prepara uma edição especial para celebrar o aniversário do compacto. Na versão única Cult 1.4, o carrinho volta ao Brasil com um pacote recheado de equipamentos. Porém, sem câmbio automatizado, apenas manual, de cinco marchas. A chegada da versão Cult também marca o adeus ao modelo conversível Cabrio, e ao esportivo Abarth no Brasil.

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Por dentro, a novidade fica por conta da central multimídia com tela de 5 polegadas, sensível ao toque, embutida no painel








Nada de design europeu. Por fora, o modelo continua igual ao carismático Fiat 500 vendido por aqui desde 2012. A grande novidade é a nova central multimídia UConnect, com tela sensível ao toque, de 5 polegadas, conexão Bluetooth e comando de voz. A Fiat também adicionou indicador de mudança de marcha, como já vimos no hatch compacto Argo. O comando auxilia na escolha das marchas para garantir que o motorista dirija de maneira mais econômica. Há também indicador de pressão dos pneus.

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Compare a traseira do Fiat 500 mexicano com a do europeu, que aparece na imagem logo abaixo, com estilo mais moderno

A partir de agora, o Cinquecento está disponível apenas com teto solar elétrico Sky Wind. Por se tratar de um subcompacto, o teto solar ocupa quase a capota inteira. Há também controle de estabilidade, auxílio de partida em rampa, direção elétrica com dois níveis de assistência, faróis com regulagem elétrica de altura, volante multifuncional revestido em couro e rodas de liga leve de 15 polegadas. Em sua versão única, o Fiat 500 Cult 1.4 Evo Flex, manual, chega por R$ 61.396.

Despedida dolorosa

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Fiat 500 europeu passou a ter lanternas traseiras redesenhadas e com apenas LEDs no lugar das lâmpadas convencionais

Como você deve ter reparado, a Fiat não aplicou as mudanças do 500 europeu na versão que é vendida no Brasil, vinda do México. E apesar das mudanças discretas em relação ao modelo anterior, o 500 europeu apresenta mais requinte e opções de customização. As alterações mais notáveis estão na traseira, onde o hatch recebeu novo conjunto óptico.

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A chegada do Fiat 500 Cult 1.4 Evo também representa o adeus para duas versões no mercado brasileiro. Uma delas é a esportiva 500 Abarth, com motor 1.4, turbo, de 167 cv e 23 kgfm, que fazia o foguetinho de bolso ir de 0 a 100 km/h em apenas 6,9 s. Na época, o conjunto era muito superior quando comparado a Punto e Bravo T-Jet, que utilizavam a mesma mecânica. Seu torque não precisava do giro nas alturas para aparecer, diferente dos irmãos, e proporcionava muita diversão para quem realmente gosta de guiar.

Outro que modelo que dá adeus no Brasil é o Fiat 500 Cabrio, uma das poucas opções para quem curte conversíveis no País. Na teoria, o modelo não chegava a ser um cabriolet de essência, mas a capota escamoteável descia até o limite da tampa do porta-malas, dando uma grande impressão de liberdade. Pequenos e carismáticos, Abarth e Cabrio são dois hatches acertados que deixarão saudades por aqui.

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