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Com apenas 239 quilômetros rodados, supercarro está igual desde que saiu da linha de montagem, em 1997. Confira detalhes da raridade

McLaren F1: portas abertas para cima já fazia parte dos itens do F1 que chamaram a atenção em meados dos anos 90
Divulgação
McLaren F1: portas abertas para cima já fazia parte dos itens do F1 que chamaram a atenção em meados dos anos 90

Encontraram um raríssimo exemplar de um dos superesportivos mais icônicos de todos os tempos: o McLaren F1. Com apenas 237 km rodados (sendo que boa parte dessa quilometragem em testes da própria fabricante antes da entrega), o modelo com carroceria amarela poderá ser vendido em leilão por um valor recorde, acima dos US$ 15 milhões (em torno de R$ 47 milhões, numa conversão simples).

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O atual proprietário nunca chegou a rodar com o McLaren F1 amarelo nas ruas e o interior ainda é mantido com as proteções de plástico vindas de fábrica. Para tornar a raridade ainda mais valiosa, existem detalhes exclusivos como o sistema de escape que segue o estilo dos protótipos que competiam em Le Mans, em meados dos anos 90,  volante de três raios GTR com o logo F1 no centro, carpetes felpudos para revestir o assoalho e faixa degradé no para-brisa, além do raro chassi número 60.

Tudo isso veio como parte de um pacote original de equipamentos e a lista ainda não terminou. Ainda foi instalado o banco do piloto de fibra de carbono com o logo da McLaren e o supercarro foi entregue com um relógio exclusivo da Tag Heuer com o número de chassi gravado nele. Quer mais? Lá vai: manual protegido por um estojo de couro e um jogo de malas feitas sob medida para serem guardadas no compartimento de bagagem.

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Mito sobre rodas

O supercarro McLaren F1 foi fabricado entre 1993 e 1998. Tem projeto assinado por um dos magos da engenharia automotiva, o inglês Gordon Murray. Vem equipado com motor BMW V12, feito especialmente para o F1, que rende 630 cv e funciona com câmbio manual de seis marchas. É um conjunto mecânico que tornou o superesportivo um dos mais rápidos do mundo. Chegou a bater recorde de velocidade por duas vezes, atingindo 386,7 km/h.

 Entre outras características marcantes do projeto do F1, destaca-se o banco do piloto bem no centro do interior e a estrutira fabricada com fibra de carbono e alumínio, materiais leves e resistentes, que contrbuem com a rigidez torcional e a agilidade em qualquer situação. A parte aerodinâmica bem avançada para meados dos anos 90 também faz parte da lista do que transformou o McLaren F1 num mito sobre rodas.

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