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A Jeep apresenta a Night Eagle, edição especial do SUV que começa a ser vendida pelo preço sugerido de R$ 119.900

Jeep Compass Night Eagle: versão com detalhes escurecidos do SUV médio, sucesso de vendas no mercado brasileiro
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Jeep Compass Night Eagle: versão com detalhes escurecidos do SUV médio, sucesso de vendas no mercado brasileiro

Para a linha 2018 do Jeep Compass,  uma das novidades é a série especial  Night Eagle (R$ 119.900) com alguns itens exclusivos. As modificações estéticas vêm para dar mais estilo, exclusividade e modernidade ao SUV, fabricado em Goiana (PE). Vários itens pintados de preto nas peças externas marcam as mudanças em relação às demais versões.

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O que realmente chama atenção no Jeep Compass é sua genética aventureira. O carro ignora o design que a maioria dos SUVs de sua categoria estão seguindo, cada vez mais elegantes e urbanos. O Compass quer mostrar, desde a primeira vista, que não é apenas um utilitário esportivo para passear no shopping ou ir à padaria. Para quem curte enfrentar trilhas, o carro pode ser a compra certa. Não abusa tanto de linhas retas como o "irmão menor", o Renegade, mas compensa no estilo com uma bela carroceria cheia de adereços off-road.

Exterior

Disponível tanto com motor 2.0 Flex quanto com 2.0 turbodiesel, o Jeep Compass Night Eagle é caracterizado pela pintura preto brilhante, bem pelas rodas de aro 18, grade dianteira escurecida e friso superior (que contorna todas as janelas, molduras dos faróis de neblina e todos os emblemas). Seguindo com o conceito blackout , a carroceria só tem uma cor disponível, a preta, nas opções sólida e metálica.

Assim como por fora, o interior vem com alguns itens pintados preto o que acaba conferindo um caráter exclusivo ao SUV
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Assim como por fora, o interior vem com alguns itens pintados preto o que acaba conferindo um caráter exclusivo ao SUV

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Interior

Por dentro, o mesmo tom escuro foi aplicado nas molduras do console central e das saídas de ar. Quanto à lista de equipamentos de série, é baseada na da versão Longitude com o acréscimo dos seguintes itens: conjunto de áudio premium Beats (com 9 alto-falantes e subwoofer), faróis de xenônio, acendimento automático dos faróis, sensor de chuva e espelho retrovisor eletrocrômico. Demais destaques são: bancos de couro, controle de estabilidade (ESC), ar-condicionado eletrônico de duas zonas com saída para os passageiros de trás e a central multimídia Uconnect de 8,4 polegadas compatível com Android Auto e Apple Car Play, entre outros.

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Motor e desempenho

O motor 2.0 turbodiesel rende 170 cv e bons 35,7 kgfm de torque, garantindo boa dose de força desde as primeiras marcações do contagiros. Além disso, o câmbio automático de 9 marchas mantém as rotações sempre baixas, o que acaba contribuindo com o menor nível de ruído e economia de combustível.

A traseira completa o visual classudo do modelo da marca americana, que parece estar de paletó e gravata
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A traseira completa o visual classudo do modelo da marca americana, que parece estar de paletó e gravata

Optando pela versão Flex (que no álcool produz 166 cavalos e 20,5 kgfm) sua autonomia é inferior à opção a diesel, pois mesmo na gasolina, tem autonomia de 8,1 km/l em uso urbano e 10,5 km/l em rodovias (comparado aos 9,4 km/l na cidade e 11,8 km/l em estradas na versão diesel do Jeep Compass). Entretanto, a velocidade máxima das duas versões é a mesma (192 km/h) e a diferença é de pouco mais de meio segundo no 0-100 km/h (10 segundos da versão diesel, ante 10,6 s da Flex).

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