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Elegemos os sistemas que são limitados, precisam evoluir ou cobram muito caro pela conectividade; acompanhe a lista abaixo

Apesar de todos os problemas de desenvolvimento, acessibilidade e desigualdade, o Brasil é um dos países em que as pessoas ficam mais conectadas à internet. Um estudo divulgado pelo Comitê Gestor de Internet diz que o brasileiro passa, em média, nove horas e quatorze minutos na web - entre acesso desktop e mobile. Outro ponto que chama atenção na pesquisa é que boa parte da população já abandonou o computador, conectando-se apenas via celular.

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Neste cenário, é claro que as centrais multimídia ganhariam destaque e se transformariam em verdadeiros critérios de compra na hora de levar um automóvel para a garagem. Mas vale tomar cuidado, pois muitos sistemas estão bem abaixo da média do que vem sendo apresentado. Partindo disso, a reportagem do iG Carros elege as 5 piores centrais multimídia que testamos nos últimos dois anos.

1 - Toyota Play

Toyota Play - Yaris arrow-options
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O Toyota Play precisa evoluir em sua interface, além do tempo para responder aos comandos do motorista

Ainda que o Yaris seja um carro econômico e confortável, a conectividade nunca foi seu forte. Tanto que durante seu primeiro ano de mercado, o sistema nem oferecia conectividade com Apple CarPlay e Android Auto, algo que a Toyota corrigiu a partir da linha 2020 do modelo. Quem comprou um Yaris antes disso terá que agendar uma visita à concessionária e desembolsar R$ 429 para a atualização do sistema.

A interface do sistema também não é das mais bonitas, ficando atrás de modelos mais modernos (como o MyLink da GM ou o App Connect da Volkswagen). Após o toque de uma função, o Toyota Play leva ao menos um segundo para atender as funções do usuário.

No mundo em que as telas de celulares evoluíram tanto ao longo dos últimos anos, é algo incômodo. Além disso, falta praticidade no uso. Apenas para acessar uma rádio, são precisos três toques na tela.

2 - Multimídia do City

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Central multimídia que pode ser instalada na dupla Honda Fit/City deverá mudar na nova geração dos compactos

A nova geracão do Honda Fit já foi mostrada no Japão e deverá chegar ao Brasil em 2020, com uma série de melhorias, entre as quais a central multimídia. A que é vendida atualmente no Brasil precisa evoluir em alguns aspectos, entre os quais a resolução da tela, com gráficos exibidos com mais nitidez. Existe até um botão físico que aumenta o brilho da tela quando há mais claridade.

A central que a Honda oferece tanto no Fit quanto no City é compatível com Apple Car Play e Android Auto, mas apenas a partir da versão EX. Além disso, o sistema precisa de uma interface mais moderna, o que deverá ser adotado na próxima geracão do Fit, que acaba de ser apresentada no Japão de deverá chegar ao Brasil no ano que vem. 

3 - BlueMedia

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Para conectar o smartphone na central multimídia BlueMedia, é preciso colocar o câmbio na posição "parking"

A Hyundai seguiu todos os passos para criar uma boa central multimídia na atualização do HB20. O sistema é bem integrado e conta com alguns poucos botões físicos que realmente facilitam o acesso, mas acaba pecando pela simplicidade.

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O BlueMedia do HB20 2020 é um sistema novo, mas não faz o usuário sentir uma evolução. Mas também podemos apontar um leve downgrade, uma vez que as versões mais caras da antiga geração contavam com TV digital. É uma pena.

O que também incomoda é que incluíram muitas informações na tela de uma vez só, o que deixa confuso o uso no dia a dia. O ideal será faciliar ao máximo a vida do usuário. Apenas para acessar as rádios favoritas, o procedimento não é tão simples. E ter que colocar a alavanca de câmbio em P para parear o celular pelo Bluetooth, mesmo com o carro parado é um exagero. 

4 - Composition Phone

Composition Phone arrow-options
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Além de ser minúscula, a tela do Composition Phone da Volkswagen não é sensível ao toque

Defendemos que o Up! é um dos carros mais legais que as pessoas não dão o devido valor. É uma pena que sua parte de conectividade e multimídia seja tão primitiva, apostando em uma telinha de 5 polegadas que não é sensível ao toque. O sistema sem CarPlay e Android Auto se chama Composition Phone, e se faz presente apenas no subcompacto.

Antigamente, o sistema vinha integrado ao GPS Maps&More, algo que a Volkswagen abandonou a partir da linha 2019. Desde o ano passado, o usuário precisa baixar o aplicativo de mesmo nome no próprio celular para utilizar as funções de navegação.

Ao menos, não depende de internet. A central Composition Phone ainda precisa evoluir, mas como o subcompacto tende a ter cada vez menos versões é improvável que a VW resolva mudr algo no equipamento. 

5 - Nissan Multi-App

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A Nissan precisa atualizar a interface do Multi-App, além de oferecer mais uma saída USB para o passageiro

Como o nome sugere, a central Multi-App da Nissan permite a conexão com diversos recursos. A partir de agosto do ano passado, passou a integrar Android Auto e Apple CarPlay nos compactos Versa e March, aprimorando a conectividade. No Kicks , vale lembrar que o sistema também é capaz de mostrar a câmera 360° que ajuda em manobras complexas.

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O que incomoda (e muito) é a interface ultrapassada e a qualidade da tela. O Multi-App lembra os antigos GPS do início da década, com ícones grandes e menus difíceis de usar. A Nissan também peca em oferecer apenas uma saída USB - ou seja, se o motorista deseja utilizar o Waze e o passageiro estiver com pouca bateria, não terá como carregar o aparelho.