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Sedã passa a ficar com linhas próximas do Accord e ganha motor 1.0 turbo, bem mais eficiente que o antigo 1.5 aspirado

Honda City branco arrow-options
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Honda City: apesar das mudanças, sedã poderia ter sido mais ousado, assim como aconteceu com o Civic

A Honda antecipa imagens e informações da nova geração do sedã compacto City que tem várias mudanças. A estreia oficial será no Salão de Bancoque (Tailândia), entre os dias 29 de novembro e 10 de dezembro, mas já é possível dar uma olhada como ficou o carro e saber quais são as principais novidades.

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O novo desenho do Honda City lembra alguns traços do Accord, o maior e mais sofisticado sedã da Honda. Além disso, o carro passou a ficar com estilo um pouco mais esportivo e maior. Agora são 4,55 metros de comprimento (+ 9,3 cm) por 1,75 m de largura (+5,3 cm), 1,47 m de altura (- 2,8 cm)  e 2,59 m de entreieixos (1,1 cm).

 A frente passa a ter uma frente mais chamativa, com a grade frontal mais larga com faróis de LED. Mas, pelo menos pelas imagens que foram liberadas até agora, o carro poderia ter ficado com proporções mais equilibradas. Quer um exemplo? A dianteira parece de carro grande, mas com entre-eixos não aumentou. 

A Honda diz que o interior da quinta geração do City ficou mais confortável, com novos bancos e itens mais sofisticados. Isso inclui central multimídia com tela de 8 polegadas, que deve ser mais eficiente que a atual, com gráficos de melhor resolução e maior velocidade de processamento.

 Mais detalhes do novo Honda City

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Interior passará a ser um pouco mais caprichado, o que inclui uma nova central multimídia mais eficiente

Na lista de novidades do sedã , destaca-se a versão RS, com apelo esportivo, que conta com grade frontal pintada de preto brilhante, para-choques redesenhados, faróis auxiliares, defletor de ar na tampa do porta-malas, rodas de aro 16 e pintura exclusive vermelha.  Por dentro, o revestimento dos bancos também é diferenciado e a iluminação do cluster é avermelhada.

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 Enfim, o motor 1.5, de quatro cilindros, dará lugar ao 1.0, turbo , tricilíndrico, capaz de render 120 cv a 17,7 kgfm de torque  a partir de 2.000 rpm, bem melhor que os 15,3 kgfm a altos 4.800 rpm do antigo 1.5 que também tem chances de sair de cena quando o novo City for lançado no Brasil.

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Se o motor mudou, o câmbio continuará praticamente o mesmo CVT, mas com hastes atrás do volante para trocas sequenciais, uma vez que a caixa poderá simular até 7 marchas.  Boa notícia também é que o Honda City terá, finalmente, controle eletrônico de estabilidade, assim como câmera de ré com visão por mais de um ângulo.