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Apresentação da Aliança Renault-Nissan e Mitsubishi revela o que está por vir

Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi explicou com mais detalhes como ficará a situação do Brasil na nova estratégia da parceria entre as três marcas. O ponto principal fica por conta da nova plataforma CMF-B, que Segundo o comunicado, a Renault será a referência na operação na América do Sul com as novas tecnologias estruturais, e as quatro plataformas usadas atualmente pelos carros das duas marcas serão substituídas por apenas essa no futuro.

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Essa arquitetura modular é a mais avançada dentro da Aliança Renault-Nissan e Mitsubishi para modelos compactos e sustenta projetos como o novo Renault Clio europeu. De acordo com a iniciativa que será adotada pela Aliança para o Brasil, serão produzidos sete modelos baseados na nova lógica, ao que tudo indica projetados pela Renault em duas fábricas. Uma para hatches e outra para SUVs.

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Os novos modelos

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Tecnologias eletrificadas estarão entre as futuras novidades, a partir da nova plataforma

Segundo o comunicado: “Na América Latina, as plataformas de produto B serão racionalizadas, evoluindo de quatro variantes para apenas uma, tanto para produtos Renault como Nissan. Esta plataforma será produzida em duas plantas, cada uma produzindo para Renault e Nissan . A expectativa é que cerca de 50% dos modelos da Aliança sejam desenvolvidos até 2025 seguindo a nova estratégia”.

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Entre os novos modelos, estão as novas gerações de Renault Sandero, Logan, Duster e Captur, enquanto a Nissan fará os novos March, Versa e Kicks. Também haverá uma cooperação de trabalhos no desenvolvimento das novas tecnologias. A Nissan cuidará da condução autônoma, dos veículos conectados na China e dos modelos elétricos com a plataforma CMF-EV. Enquanto a Renault cuidará da conectividade — com base no Android — bem como de toda a parte eletro-eletrônica e dos novos motores eletrificados. E a Mitsubishi desenvolverá os sistemas híbridos plug-in para os segmentos C e D.

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