Bike elétrica Phase AD3 Feita de alumínio, a bike de Truong tem freios a disco hidráulicos e amortecedores traseiros
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Bike elétrica Phase AD3 Feita de alumínio, a bike de Truong tem freios a disco hidráulicos e amortecedores traseiros

A bicicleta elétrica adaptável Phase AD3 foi pensada para ciclistas com deficiência e, para isso, a empresa britânica Orange Bikes buscou incansavelmente toda as limitações e dificuldades deles e a produziu.


O principal desafio da empresa foi o de oferecer uma condução esportiva aos atletas sem que isso pudesse prejudicar na segurança. Assim veio a bicicleta adaptável voltada para o ciclismo profissional.

Quem gostou da novidade foi Lorraine Truong que, após um acidente grave, em 2015, passou anos procurando uma bicicleta para voltar a pilotar. Feita de alumínio, a bike de Truong tem freios a disco hidráulicos , amortecedores traseiros e outros recursos que, juntos, somam 30 quilos.

Uma das principais características da Phase AD3 é a construção da roda dianteira com duas rodas, dois garfos, duas caixas de direção e, claro, dois freios. Existem até dois conjuntos de guidão, mas um conjunto está lá para controlar cada roda de forma independente.

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Esse sistema é controlado por uma articulação frontal do tipo "ligação cantilever" personalizada que permite que as rodas dianteiras se desloquem verticalmente sem afetar a inclinação e permitindo que a bicicleta permaneça em uma posição estável enquanto percorre o terreno.

De acordo com o seu fundador, Alex Desmond, todo o projeto foi desenvolvido através da Divisão de Projetos Especiais  da Orange e com uma enorme rede de indivíduos e empresas apaixonadas. "Foi feito com o objetivo de ajudar mais pessoas a descobrir, ou redescobrir, seu amor pelo mountain bike ", conta.

A Phase AD3 está equipada com uma bateria com 504 Wh que alimenta um motor contínuo de pico de 2 kW com uma potência máxima de torque de 15,29 kgfm . A autonomia é de 700 m de escalada técnica ou 25 km de trilha.

O Phase AD3 prometia custar no ano passado cerca de 15.000 libras esterlinas (aproximadamente pouco mais de R$ 103 mil na conversão do dia), embora a Orange ainda não tenha confirmado o preço exato na época.

** Fernando Garcia é jornalista especializado no mercado automobilístico com mais de 20 anos de experiência. Apaixonado por motores, já colaborou com os principais veículos especializados da mídia nacional, incluindo, além do iG Carros, Portal G1, Uol Carros, Webmotors, revista Quatro Rodas, Folha de S.Paulo, entre outros. Também foi autor de livro sobre o Opala (Editora Escala).

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