A Magiflux permite transferir líquidos de um recipiente ao outro sem usar a boca, evitando acidentes
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A Magiflux permite transferir líquidos de um recipiente ao outro sem usar a boca, evitando acidentes

Imagine que o combustível do seu carro acabou e o posto mais próximo fica há umas quatro quadras de onde você está. Então, terá que ir andando até lá e levar um recipiente adequado para encher de combustível. Para não correr o risco de ingerí-lo na hora passá-lo para o tanque do carro, uma solução seria usar a bomba Magiflux.

Patenteada no Brasil, o segredo deste produto está na válvula conectada a uma das extremidades da mangueira que faz o serviço de sucção do líquido aposentando de vez funis e mangueiras comuns.

Segundo a empresa que comercializa a Magiflux , é possível uma vazão de mais de 10 litros por minuto sem precisar da boca para fazer a transferência evitando assim a ingestão ou inalação destes líquidos nocivos à saúde.

O funcionamento é simples : basta colocar a válvula da mangueira do reservatório de origem e posicionar a outra extremidade no recipiente de destino.

Vale lembrar que este deve estar sempre em um nível mais baixo do que o primeiro. Em seguida, é só fazer movimentos rápidos para cima e para baixo para acionar a válvula e o líquido subir pela mangueira.

Para o teste, pedimos a um frentista encher um galão de combustível com 15 litros de gasolina. Logo depois, com a ajuda da Magiflux , colocamos a bombinha da mangueira no galão e a outra parte no tanque de combustível de um Honda Civic e depois chacoalhamos até o combustível ser sugado. Em menos de 1 minuto, já tínhamos abastecido mais de 10 litros de gasolina sem vazamentos ou surpresas desagradáveis.

Repetimos o teste com outros tipos de líquido e também em sacos plásticos próprios para transporte provisório de combustível e o resultado foi igual. Só é preciso estar atento às instruções contidas na embalagem do produto que pede para obedecer ao nível de altura entre os recipientes de origem e destino, e também a verificação de dobras ou cotovelos na direção da mangueira.

No caso dos sacos plásticos de combustível, porém, a transferência é um pouco desajeitada e necessita mais cuidado do usuário, para não deixar o líquido vazar. No caso das garrafas PET o bico da válvula da Magiflux é maior que os gargalos destas, impossibilitando a transferência de líquidos.

Para os combustíveis, os postos não podem vendê-los em recipientes que não atendam as normas da ABNT, de acordo com a ANP - Agência Nacional do Petróleo , caso das garrafas PET.

Vendida por R$ 37,50, a mangueira Magiflux mede apenas 1,60 m e é uma opção interessante frente a outras opções mais obsoletas ou mais caras como bombas elétricas.

Outra vantagem é que ela pode ser utilizada em qualquer tipo de veículo a combustão e guardada em qualquer lugar ou mesmo no porta-malas do carro, já que não ocupa muito espaço.

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