Amazonas passa a ter a menor alíquota de IPVA do país em 2026
Divulgação/Secom Amazonas
Amazonas passa a ter a menor alíquota de IPVA do país em 2026

Em 2026, o estado do Amazonas passa a liderar o ranking nacional com a menor taxa de IPVA do Brasil, após a redução anunciada em setembro de 2025. A medida estabelece alíquota média de 1,5% e alcança cerca de 436 mil veículos registrados no estado.

Veículos de até mil cilindradas, além de elétricos e híbridos, tiveram redução de 3% para 1,5% no estado nortista. Já automóveis com mais de mil cilindradas passam de 4% para 2%.

Caminhões, tratores de roda, ônibus e micro-ônibus utilizados no transporte público, fretamento e escolar tiveram nova alíquota fixada em 1%, antes de 2%. As locadoras seguem com taxa diferenciada de 0,7%, considerada a menor do Brasil para o setor, segundo o governo do Amazonas.

O governador Wilson Lima afirmou que a mudança tem impacto direto na população. “Esse é um benefício direto para o bolso do cidadão. Aqui no Amazonas, 98% de quem tem motocicleta não vai pagar IPVA. Isso ajuda o trabalhador, ajuda quem usa a moto para trabalhar, permite que empresas ampliem suas frotas e fortalece o comércio e a economia do estado”, afirma Lima.

A legislação também ampliou o IPVA Social, que garante isenção total para veículos de duas ou quatro rodas cujo imposto seja de até R$ 420. Em 2025, 251 mil veículos foram beneficiados.

Para 2026, a previsão é de 422 mil contemplados, aumento de 68%. Assim, cerca de 98% das motocicletas do Amazonas ficarão isentas.

Comparação com outros estados

Com 1,5%, o Amazonas ocupa a menor alíquota do país, seguido por estados como Paraná (1,9%), Santa Catarina (2%), Espírito Santo (2%), Acre (2%) e Mato Grosso (2%). As maiores cobranças chegam a 5% no Mato Grosso do Sul.


Veja o ranking de menores taxas segundo o estado do Amazonas:

Amazonas – 1,5%

Paraná – 1,9%

Santa Catarina – 2%

Espírito Santo – 2%

Acre – 2%

Mato Grosso – 2%

Pernambuco – 2,4%

Paraíba – 2,5%

Pará – 2,5%

Sergipe – 2,5%

Piauí – 2,5%

Maranhão – 2,5%

Tocantins – 2,5%

Ceará – 2,5%

Alagoas – 2,75%

Roraima – 3%

Rondônia – 3%

Rio Grande do Sul – 3%

Rio Grande do Norte – 3%

Distrito Federal – 3%

Bahia – 3%

Amapá – 3%

Goiás – 3%

São Paulo – 4%

Rio de Janeiro – 4%

Minas Gerais – 4%

Mato Grosso do Sul – 5%

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