
No meio de 2025 o Chevrolet Tracker ganhou sua primeira atualização para a atual geração, lançada em 2020. A marca fez algumas alterações pontuais, uma ação estratégica para manter o SUV em destaque no seu segmento, que é bastante disputado. Aqui, a versão topo da linha Tracker no Brasil, a RS, que investe na proposta esportiva, como já conhecemos bem. No visual, a maior alteração aconteceu na dianteira, para alinhar o desenho com atual identidade da marca. Os faróis passaram a ser divididos em dois níveis com DRL na parte superior, a grade recebeu novo padrão do tipo colmeia, e o logo da Chevrolet veio para cima, no meio do filete cromado. Na lateral, alterações muito sutis, com novo desenho das rodas aro 17, enquanto na traseira só foi aplicado um novo grafismo nas lanternas com iluminação de LED.

Partindo disso, mudança mais pesada aconteceu dentro da cabine com uma boa evolução tecnológica. Entrou o painel digital de 8" que forma um conjunto único com a central multimídia de 11". Um detalhe que já era esperado pelos fãs do carro, já que a versão anterior da cabine tinha ficado um tanto defasada frente aos concorrentes. Junto com isso, veio uma mudança geral nas linhas do painel, que ficaram mais limpas, os revestimentos ganharam sofisticação com mais áreas macias no painel e nas portas, enquanto na versão RS, entraram muitos apliques em tom vermelho pra realçar a proposta visual esportiva. E como no modelo das fotos, a marca carregou nas cores vermelhas, bem ao estilo norte-americano, com os bancos com revestimento premium na cor preta e uma boa faixa em vermelho bem forte. Gosta?

Ficou bem chamativo e longe do perfil apreciado pelo brasileiro, por isso esses detalhes já fora alterados na versão RS. Pra fechar, o console central também mudou com uma nova posição para porta-objetos, porta-copos e carregador de celular por indução, por exemplo. E o Tracker mantém equipamentos interessantes, como teto solar, ar-condicionado automático, freio de estacionamento elétrico.

Na parte mecânica, nenhuma mudança. O Tracker continua vendido com motores 1.0 turbo flex de três cilindros, agora de 115 cavalos (antes tinha 121 cavalos), e o 1.2 turbo flex de 141 cavalos de potência e 22,9 kgfm de torque, esse o que equipa esta versão RS. O câmbio é sempre automático de seis velocidades e com opção de trocas manuais pela alavanca do câmbio. E é importante explicar, a marca informou que fez ajustes no motor 1.0 para adequação às novas regras de eficiência e tributação, por isso a potência diminuiu. No motor 1.2, não houve alteração. Ou seja, manteve a robustez e a confiança já reconhecidas. E antes que pense aí, os dois motores contam com correia banhada a óleo e a marca garante a durabilidade da peça.

O que não veio ainda é a confirmação de uma versão híbrida do Chevrolet Tracker, que poderia estar nos planos da marca com a inclusão de um sistema do tipo híbrido leve. O Tracker segue com cinco anos de garantia, mantém uma boa oferta de versões em sua linha, o que ajuda atingir diferentes perfis de clientes. O resultado é que, mesmo com tanta concorrência, ficou entre os cinco mais vendidos da sua categoria em 2025 e agora em 2026, mantem o mesmo ritmo de vendas. O Tracker tem preço a partir de 120 mil reais e chega a 179 mil nesta versão RS.