A Honda CG 125 1976 pode parecer bem antiquada em relação à CG atual, mas se tornou um clássico nacional
Gustavo Epifânio
A Honda CG 125 1976 pode parecer bem antiquada em relação à CG atual, mas se tornou um clássico nacional

Mais uma vez estamos aqui falando de Honda CG 125. Pudera, se não é a mais importante motocicleta nacional, é uma delas. E nem parece que já se passaram cinco anos desde que ela fez aniversário de 40 anos.

E agora completa 45 anos de seu lançamento, lá naqueles aparentemente longínquos anos 70, mais precisamente 1976, quando a fábrica de Manaus foi inaugurada. Muito alarde fez a motoquinha, afinal, era a primeira motocicleta totalmente brasileira .

Quem é que nunca viu, nestes últimos 45 anos, a foto do Pelé abraçando a CG? Ele foi o garoto-propaganda desse lançamento. Dois reis. Ou melhor, rei e rainha.

Nem é preciso mencionar a evolução tecnológica pela qual passou a Honda CG 125 nesses 45 anos. Mas vale um breve resumo. Lá no início, ganhou suspensão dianteira do tipo Ceriani, sistema elétrico de 12 volts e câmbio de cinco marchas com acionamento universal.

Durante sua jornada, foi recebendo melhorias funcionais e estéticas, passou a ter partida elétrica , teve a cilindrada aumentada para 150 cm³ , voltou a ter uma versão espartana de 125 cm 3 e partida a pedal, ganhou uma versão esportiva, novamente a cilindrada aumentou, agora para 160 cm³ , e chegou à versão 2022 com muita robustez e confiabilidade. E beleza: pouco fica devendo a modelos de maior desempenho. Isso tudo só puxando da memória.

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As quatro versões da Honda CG 160 tiveram alterações estéticas para 2022. A versão de entrada, Honda CG 160 Start, tem nova moldura do painel de instrumentos e na carenagem de farol, com três opções de cores: prata, vermelho e preto.

As mesmas alterações estão na Honda CG 160 Fan e na Honda CG 160 Carg o, que tiveram também as laterais do tanque redesenhadas interna e externamente. As cores disponíveis para a Fan são azul, vermelho e preto. Já a Cargo só tem a cor branca disponível.

A versão mais equipada, a Honda CG 160 Titan , também teve essas alterações, só que, no caso da carenagem de farol e laterais do tanque, os respectivos desenhos são exclusivos desse modelo. A Titan também está com a rabeta redesenhada e é a única que tem o pneu traseiro mais largo, 100/80-18 contra 90/90-18 das outras três.

Instrumentos da Honda CG de 1976 vem com conta-giros, velocímetro, luz-espia e hodômetro
Divulgação
Instrumentos da Honda CG de 1976 vem com conta-giros, velocímetro, luz-espia e hodômetro

Na parte mecânica , as quatro versões são dotadas de freios com sistema CBS, sendo que na Start ambos os freios são a tambor e nas outras o freio dianteiro é a disco. O mesmo vale para as rodas, raiada na Start e de liga leve nas outras três.

O tanque de combustível da Start tem capacidade para 14,6 litros, nas outras três a capacidade é de 16,1 litros. Mais uma diferença na Start em relação às outras: só funciona a gasolina, enquanto as outras são flex, com o sistema FlexOne.

A última e maior diferença entre as versões está bem clara na Honda CG 160 Cargo : o grande bagageiro com capacidade para 20 kg, que cobre o banco (igual nas quatro) na parte onde sentaria o garupa. É que a Cargo é homologada para apenas uma pessoa, o piloto, e não tem pedaleiras traseiras.

Os preços da linha 2022 da Honda CG são: Start – R$ 10.520; Fan – R$ 11.760; Cargo – R$ 11.900; Titan – R$ 13.040. A garantia é de três anos sem limite de quilometragem, com sete trocas de óleo gratuitas, e todas já estão disponíveis nas lojas da rede.

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