
A inglesa Bristol nasceu como fabricante de aviões e, logo após a Segunda Guerra Mundial, começou a fazer carros. O primeiro foi o 400, seguido do 401, de 1948. Era um carro de luxo e um dos poucos, naquela época, talhado com ajuda de um túnel de vento.
Já a Cord , marca norte-americana que existiu entre o fim da década de 1920 e o começo da de 1940, foi responsável pelo 810, cujo controverso estilo “foi a maior contribuição dos Estados Unidos ao design de automóveis”, segundo o Metropolitan Museum of Art, de Nova York.
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Francesa, a Panhard fazia automóveis luxuosos e inovadores desde 1890. Todavia, ciente da austeridade que se imporia após a Segunda Guerra Mundial, passou a fazer modelos mais modestos, como o Dyna 110. Seu sucessor, o Dyna Z , de 1953, era espaçoso, econômico e prestigiado. Tanto que era comparado aos modelos da Citroën em termos de inovações tecnológicas e de estilo.
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Parece simples, mas nem sempre a seta esteve acoplada às luzes de freio. A ideia veio dos engenheiros da alemã Borgward, que também aplicou ao Hansa 1500 outras soluções até então incomuns, como o assento dianteiro corrido, que podia levar três pessoas – tão populares nos EUA.
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Conto essas histórias – na verdade apenas uma fração delas, já que apenas um livro faria jus à trajetória dessas e de tantas outras empresas – para convidar o leitor a refletir sobre a imensidão do mundo dos carros clássicos. Sempre descobriremos marcas que podem ter mais de um século, mas que para nós são inéditas.