Vespa 946
Divulgação/Vespa
Vespa 946

A scooter Vespa vai começar uma nova fase no Brasil a partir da semana que vem, quando sua empresa-mãe Piaggio, representada pela Asset Beclley, apresentará os modelos que serão vendidos no País, primeiramente importados para, a partir de meados de 2017, passarem a ser montados por aqui. As versões disponíveis e os preços serão divulgados durante o evento de lançamento. 

Pelo o que já foi adiantado, o retorno da Vespa vai começar com uma loja em São Paulo, mas já com planos de abrirem outras em Brasília (DF), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ). Será o início da operação, com unidades importadas, até começar a montagem no Brasil.

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De qualquer forma, a Piaggio quer atingir 10% do mercado de scooters no País até 2021, com foco no segmento premium e de scooters. Para atingir esse patamar, irão usar como estratégia ligar a marca italiana com o mundo da moda, assim como acontece na Europa.

Vespa Primavera
Divulgação/Vespa
Vespa Primavera


A história da Vespa no Brasil

A primeira vez que a Vespa foi montada no Brasil foi em 1958, quando os modelos M3 e M4 foram feitos pela empresa carioca Panauto, com motor dois tempos, de 150 cc de cilindrada. Depois, a partir de 1974, a scooter passou a ser montada na Zona Franca de Manaus (AM) a partir de 1974, nos modelos Ciao 50 e 150 Super durante 10 anos até que as marcas Caloi e Piaggio se uniram  para formar a Motovespa .

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Então apareceu o modelo PX , com motor de 198 cc, equipado com ignição eletrônica que funcionava com câmbio de 4 marchas. Suas vendas foram crescendo no Brasil e atingiram o auge em 1986, quando a Vespa se tornou a segunda marca de scooters mais vendida no Brasil, atrás apenas da Yamaha .

Mesmo com o lançamento de concorrentes mais modernos, a Vespa mantinha seu público fiel, mas não resistiu por um lugar de destaque no mercado. A partir de 1987 suas vendas foram caindo até o final da produção no Brasil, em 1990.  Depois disso, a marca chegou a vender no País apenas unidades importadas. 

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