Com fábrica no País há dois anos, marca terá boas novidades e entre 170 e 175 concessionárias até março de 2017

Ronaldo Znidarsis, vice-presidente para as áreas de marketing e vendas da Nissan do Brasil
Divulgação
Ronaldo Znidarsis, vice-presidente para as áreas de marketing e vendas da Nissan do Brasil

O vice-presidente para as áreas de marketing e vendas da Nissan  do Brasil, Ronaldo Znidarsis, procurou transmitir confiança no País numa conversa com jornalistas do setor automotivo, da qual participou a reportagem de iG Carros . O executivo disse que a Nissan vive um momento especial no Brasil, apesar da grave crise econômica que não tem prazo estabelecido para acabar.

Entre outros detalhes, Znidarsis disse que a nova fábrica da Nissan em Resende (RJ) completa dois anos com prêmios de qualidade  e que a rede de concessionários vai aumentar dos atuais 166 pontos para 170 a 175 até o final do ano fiscal, que termina em março de 2017.  

Ele também disse que o patrocínio dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, que começam em 5 de agosto, já está surtindo bons efeitos para a marca, que vem se tornando cada vez mais conhecida no mercado brasileiro. Com isso, embora o executivo não tenha estabelecido metas de aumento de participação de mercado,  ele acredita que o volume de vendas vai aumentar e que o crescimento de share no virá naturalmente com ajuda de lançamentos importantes, como o sedã Sentra renovado, as versões com câmbio automatico CVT de March e Versa e o crossover Kicks.

Nissan Sentra reestilizado no vídeo promocional da Nissan para os Jogos Olímpicos Rio 2016.
Reprodução/Nissan
Nissan Sentra reestilizado no vídeo promocional da Nissan para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

O Sentra  da linha 2017 começa a ser vendido nas lojas a partir de hoje (20) com desenho mais arrojado para trazer mais jovialidade ao modelo, que também recebeu uma série de novos equipamentos (confira mais detalhes e avaliação completa logo mais).

 Aproveitando a demanda por sedãs automáticos, o Versa CVT deverá contribuir com o aumento da procura pelo modelo, que  também poderá ser exportado para países como Uruguai, Chile, Peru e Argentina, o que ainda está sendo acertado.

Sobre a crise, Znidarsis disse que acredita no início da recuperação do mercado a partir do fim do ano e o início de 2017 e que trabalha como uma previsão de 2,3 milhões de unidades vendidas no Brasil entre março de 2016 e abril de 2017, quando termina o ano fiscal da Nissan. “Nos ‘ultimos dez anos, o mercado brasileiro esteve entre os quatro maiores do mundo em metade desse tempo e acredito que podemos  voltar a ocupar um lugar de destaque novamente”, disse o executivo.  

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