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Novidade terá mais autonomia, segundo testes realizados no Japão. Se o Rota 2030 se iniciar, as chances do carro chegar ao Brasil aumentam

Os planos para o Honda Fit híbrido se resumem à política de eletrificação dos carros da marca e custo-benefício
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Os planos para o Honda Fit híbrido se resumem à política de eletrificação dos carros da marca e custo-benefício

Além de apostar em uma versão totalmente elétrica do Honda Fit, a marca japonesa também quer fazer alterações nessa tecnologia, que foi trazida do sedã Insight. Segundo o site japonês Nikkei, a fabricante equipará o hatch com dois motores elétricos, ao invés do atual que conta com um só. Isso promete mais autonomia e praticidade ao uso em conjunto com o à combustão 1.5 i-VTEC.

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A justificativa para a alteração é puramente financeira. O sistema usado atualmente pelo Honda Fit híbrido, que está disponível apenas em alguns mercados, é bem mais caro do que o conjunto que o utilizado pelo sedã, além de ser menor. Como o objetivo da Honda é eletrificar 2/3 de todos os seus veículos entre 2020 e 2030, o novo sistema terá um papel importante, ao permitir que modelos mais baratos tenham uma variante híbrida e, consequentemente, as chances do hatch vir para cá se tornam maiores. Muito dependerá do início interminável do Rota 2030.

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Mecânica e desempenho

O hatch é conhecido por sua confiabilidade e espaço interno. Veja a seguir alguns números de consumo
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O hatch é conhecido por sua confiabilidade e espaço interno. Veja a seguir alguns números de consumo

O Fit híbrido vendido hoje fora do Brasil conta com um motor à combustão, de 1.5 litros, combinado a outro elétrico, capaz de rodar usando apenas a eletricidade. Eles são ligados a um câmbio automatizado de dupla embreagem e 7 marchas. Os testes do governo japonês apontam que ele tem um rendimento de 37 km/l, ante os 23,4 km/l do Insight, obtidos nos Estados Unidos.

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Se comparado ao Fit 1.5 vendido aqui, com câmbio manual ele faz 8,3 km/l (etanol) e 11,6 km/l (gasolina) na cidade, além de 9,5 km/l (etanol) e 13,6 km/l (gasolina) na rodovia. Enquanto isso, com câmbio automático CVT, seu desempenho fica nos 8,3 km/l (etanol) e 12,3 km/l (gasolina) na cidade, e 9,9 km/l (etanol) e 14,1 km/l (gasolina) na rodovia.

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Equipamentos

O seu interior segue os padrões da montadora, com design mais sóbrio e minimalista
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O seu interior segue os padrões da montadora, com design mais sóbrio e minimalista

No Brasil, o Honda Fit chega a contar, dependendo da versão, com ar-condicionado digital, central multimídia com CarPlay, sistema de som com tweeter e paddle-shifts (aletas atrás do volante para as trocas de marcha). De série, vem com direção elétrica, vidros elétricos em todas as portas (agora com comando um toque para subida e descida), regulagens de altura e profundidade da coluna de direção, variados porta-objetos espalhados pelo interior, entre outros.

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Veja os preços e as versões a seguir:

DX: R$ 63.200

Personal: R$ 68.700

LX: R$ 70.100

EX: R$ 75.600

EXL: R$ 80.900

Fonte:  Nikkei

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