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Estas fabricantes produzem modelos que se enquadram perfeitamente nos gostos do público brasileiro. Confira nossas sugestões

Opel
Divulgação
A Opel é uma das marcas de carro que poderiam atuar oficialmente no Brasil nos próximos anos

As importações abriram em 1990, dando fim ao protecionismo do mercado brasileiro às marcas que já estavam estabelecidas por aqui. A partir daí, surgiram Citroën, Honda, Peugeot, Audi, BMW e muitas outras. Mas algumas fabricantes ainda mereciam uma chance no mercado brasileiro, por contarem com produtos do jeitinho que nós gostamos. Partindo disso, a reportagem do iG Carros elege cinco marcas de carro que também fariam sucesso no Brasil.

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1 - Datsun

A Datsun é a marca de baixo-custo da Nissan. Atualmente, seus mercados mais importantes são países emergentes, como Índia, Malásia, Filipinas, Tailândia e Indonésia. É natural que alguns produtos direcionados para este público façam sentido para nós, brasileiros, uma vez que o perfil das regiões são semelhantes entre as marcas de carro .

Se o Renault Kwid faz tanto sucesso no Brasil, o Datsun Go poderia ser uma boa opção por ter a mesma proposta. Além disso, o utilitário Cross é um SUV estiloso, do jeito que nós gostamos para enfrentar as crateras nas ruas. Seria um ótimo rival para Nissan Kicks, Honda HR-V e VW T-Cross. Destaque também para o sedã compacto On-Do, que integra até sistema de aquecimento dos bancos dianteiros e faria barulho na categoria de VW Voyage e Ford Ka Sedan.

País de origem: Japão
Modelos que fariam sentido: Go, Redi-Go, On-Do e Cross

2 - Seat

Você deve se lembrar da Seat como uma tentativa frustrada de alavancar as vendas da VW no Brasil. A marca deixou o país em 2002, mas alguns executivos já chegaram a ensaiar seu retorno em entrevistas recentes. Fato é que a Seat tem os carros mais baratos do Grupo Volkswagen na Europa - que também conta com a tcheca Skoda.

O hatchback Ibiza, por exemplo, é mil euros mais barato que o Polo no velho continente. Como modelos médios estão em baixa por aqui, descartamos o León (que seria o nosso Golf) para trazer os SUVs Arona e Ateca. O primeiro seria um bom rival para GM Tracker e Citroën C4 Cactus, enquanto o segundo faria boa frente ao Jeep Compass.

País de origem: Espanha
Modelos que fariam sentido: Ibiza, Arona e Ateca

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3 - Daihatsu

Em 1999, a Toyota adquiriu 51% da Daihatsu, tornando-se dona majoritária da montadora japonesa de carros de baixo custo. A passagem da marca por aqui foi curta nos anos 90, durando menos de dez anos- ainda que seus produtos encaixem perfeitamente no gosto do brasileiro atual.

O hatchback Ayla, por exemplo, seria um ótimo concorrente para Renault Sandero, Chevrolet Onix e outros compactos de entrada. O Sirion é um pouco mais requintado, se enquadrando na categoria de VW Polo, Honda Fit e Toyota Yaris. O retorno do SUV Terios também faria sentido na categoria dos utilitários compactos, além da linha de caminhões Gran Max para pequenos negócios.

País de origem: Japão
Modelos que fariam sentido: Ayla, Sirion, Terios e Gran Max

4 - Opel

Agora que a Peugeot-Citroën assumiu as operações da Opel na Europa, será que podemos pensar em uma investida definitiva no Brasil? Já tivemos uma infinidade de modelos da marca alemã por aqui através de carros como Kadett, Corsa, Astra, Vectra e Monza. Como praticamente todos foram bem-sucedidos nas vendas, podemos dizer que um retorno definitivo faria sentido.

Para atacar Renault Kwid e VW Up entre os veículos de entrada, a Opel poderia trazer o pequeno Adam para o Brasil. Na categoria dos hatches compactos, o saudoso Corsa reinaria. Além disso, a marca alemã dispõe de uma boa gama de SUVs de todas as categorias, como Mokka, Crossland e Grandland X.

País de origem: Alemanha
Modelos que fariam sentido: Adam, Corsa, Mokka, Crossland e Grandland X

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5 - Mazda

Famosa por seus esportivos, a Mazda se tornou uma marca focada em compactos e utilitários. Entre os hatches de entrada, o Mazda2 faria bela oposição ao Renault Sandero. Os modelos 3 e 6, por outro lado, não fariam sentido por conta da baixa demanda por hatches e peruas médias.

Por sorte, a marca japonesa também dispõe dos utilitários CX-3 e CX-5 para o mercado de SUVS de cinco e sete lugares. Ainda que esportivos conversíveis sejam praticamente inexistentes no mercado brasileiro, gostaríamos muito de ver o MX-5 em nossas ruas entre as marcas de carro .

País de origem: Japão
Modelos que fariam sentido: Mazda2, CX-3, CX-5 e MX-5