Gasolina
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O amento no número de octanas favorece a estratégia da injeção eletrônica dos motores

Com a chegada da nova gasolina no mercado brasileiro, a Octapro, gasolina premium da Ipiranga, anuncia que conseguiu aumentar a eficiência do seu combustível. Com a nova metodologia de medição em RON (Research Octane Number) — antes em IAD (Índice Anti Detonante) — o produto atinge a marca de 103 octanas. Quanto maior o indicador, melhor o rendimento de motores de alta taxa de compressão e que funcionam com maior nível de exigência, como o dos superesportivos.

Segundo a empresa, entre os diferenciais da gasolina de maior octanagem, está a combinação de aditivos para trazer benefícios como contribuir para o motor atingir a sua máxima potência, limpar completamente o sistema de injeção no primeiro abastecimento completo, melhorar a dirigibilidade e reduzir emissões de gases nocivos ao meio ambiente.

"A eficiência, a inovação e o uso da tecnologia para trazer melhores soluções para o consumidor são elementos centrais na estratégia da Ipiranga. Mostramos nosso comprometimento com a qualidade de todos os produtos e serviços. A liderança técnica e a eficiência energética da Octapro reforçam ainda mais o papel desses pilares em nossos negócios", diz Márcio Neves, Gerente Executivo de Planejamento de Varejo da Ipiranga .

Melhores combustíveis do Brasil

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A Octapro se junta à gasolina Shell V-Power Racing e à Podium, da rede BR (Petrobrás)

Com isso, a Octapro se junta ao hall de gasolinas premium do mercado brasileiro, que levam 25% de etanol anidro no máximo. Junto da Shell V-Power Racing, que tem 98 octanas RON, e da Podium (postos BR), com 102 RON.

Quanto a esta última, carrega uma composição de enxofre de 30 ppm, abaixo do padrão de 50 ppm determinado pela legislação, e com isso, é uma das gasolinas mais puras do mercado. Quanto menor do teor de enxofre, mais "limpa" a gasolina é em termos de emissões de poluentes e menor é a formação de sujeira dentro do motor.

De resto, as especificações seguem inalteradas. A gasolina sem adição de etanol segue sendo produzida pela Petrobras, que repassa o produto para as distribuidoras, onde é feita a adição do etanol anidro. A comum e a aditivada seguem exatamente as mesmas regras em termos de percentual máximo de etanol (27%).

Embora seja mais cara de produzir do que a gasolina "antiga", a Petrobras destacou em nota que ainda não é possível falar em impactos positivos ou negativos nos preços, já que a empresa é responsável por 30% do preço final da gasolina na bomba. No caso da gasolina de alta octanagem, o valor varia conforme nada região do Brasil, mas, em média fica ao redor dos R$ 6 o litro.

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