VW Taos: novo SUV médio chegará no segundo trimestre de 2021 para concorrer com Jeep Compass e companhia
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VW Taos: novo SUV médio chegará no segundo trimestre de 2021 para concorrer com Jeep Compass e companhia


O Volkswagen Taos será o próximo lançamento da marca alemã no segmento dos SUVs. Produzido na fábrica de General Pacheco (Argentina), o modelo chega nas concessionárias brasileiras no segundo trimestre de 2021.


Produzido sobre a mesma variação da base MQB usada no sedã médio Jetta , o Volkswagen Taos será oferecido no mercado brasileiro com o motor 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 kgfm e será equipado com itens como controlador automático de velocidade adaptativo, frenagem autônoma, monitor de pontos cegos e de tráfego cruzado na traseira.

O SUV médio ficará posicionado na linha abaixo apenas do Tiguan Allspace , modelo importado do México que parte de R$ 146 mil e que é atualmente o maior utilitário esportivo da Volkswagen no mercado brasileiro, podendo levar até sete passageiros nas versões Comfortline e R-Line. Esta última vem equipada com um motor 2.0, de 220 cv no lugar do 1.4, de 150 cv usado no restante da linha.


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Um dos SUVs da VW abaixo do Taos é o T-Cross , feito sobre a base do Virtus e que atualmente cobre a faixa de preços entre R$ 95 mil e R$ 125 mil. O modelo está dispónível com os motores 1.0 e 1.4 TSI.

E o  Nivus  é o SUV de entrada da Volkswagen no Brasil, feito sobre a mesma plataforma do hatch Polo, o Nivus atende a faixa de preços entre R$ 89 mil e R$ 102 mil. Sempre equipado com o motor 1.0 TSI, é feito atualmente apenas na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Mas começa a ser feito na Europa em 2021.

Mercado em 2021

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Em coletiva para a imprensa nesta quarta-feira (9), o presidente da Volkswagen na América Latina, Pablo Di Si, avaliou que a instabilidade na cadeia produtiva, provocada pelo novo coronavírus, deve se estender até o início do próximo ano. Mas minimizou o impacto sobre a indústria. "São problemas pontuais, que já enfrentamos antes".

Para Di Si, a desvalorização do real frente ao dólar e o euro é considerado uma dificuldade maior e que tem o potencial para atrapalhar o crescimento do mercado brasileiro em 2021, quando, segundo a Anfavea, deverão ser vendidos 2,4 milhões de veículos. "A situação cambial é bem difícil. O mercado será maior que este ano, mas temos uma pressão muito grande dos custos, que vai ter impacto nos preços. E isso vai afetar as vendas", pontuou.

O executivo avaliou ainda que a chegada de novos SUVs, como o Volkswagen Taos , vai acabar afetando principalmente a fatia de mercado de modelos hatch e sedã.

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