Executivo da BYD abre o jogo sobre como a fabricante enxerga as oportunidades no Brasil, mesmo com desafios
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Executivo da BYD abre o jogo sobre como a fabricante enxerga as oportunidades no Brasil, mesmo com desafios

A BYD é a terceira maior empresa do setor automotivo do mundo, em valor de mercado. Especializada em carros elétricos, a fabricante inicia suas operações para carros de passeio no Brasil.

O primeiro modelo que irão comercializar é o SUV de sete lugares TAN EV , que já tivemos a oportunidade de testar . Chegará no primeiro trimestre de 2022, antes do sedã híbrido QIN Plus , que flagramos rodando em testes .

A Eurobike será a primeira representante oficial da marca, e até o fim do ano que vem, a BYD almeja operar através de 35 concessionários em todo o Brasil.

O que será que a marca chinesa tem em mente para apostar no mercado brasileiro? O iG Carros entrevista o executivo Henrique Antunes, que é diretor de vendas da BYD Brasil, para descobrir mais detalhes. Ouça a seguir.

Segundo Henrique Antunes, a vantagem competitiva da BYD é o conhecimento e a diversificação da BYD no mundo, bem como a atuação desde 2015 no Brasil no segmento mais comercial. O maior desafio é, porém, estabelecer a marca entre as mais conhecidas.

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“A marca é uma das maiores fabricantes do mundo, mas no Brasil ainda somos relativamente desconhecidos. O nosso maior desafio é justamente mostrar ao público tudo o que a BYD é capaz de criar e oferecer”, diz.

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Quanto à infraestrutura dos elétricos no Brasil, Henrique enxerga a situação com tranquilidade.

“Apenas para viajar a questão da infraestrutura ainda pode chamar atenção. Mas essa situação vem mudando à medida que iniciativas que utilizam verbas de P&D estão ampliando mais e mais os cinturões de carregadores.

Algo que é importante ter em mente é que, hoje, essa demanda por carregadores ainda é baixa. E a oferta dessa infraestrutura naturalmente irá aumentar quando a demanda também aumentar”, segundo o executivo.

Além disso, a BYD observa algo peculiar quando falamos dos carros elétricos no Brasil.

“Mapeamos que os veículos premium têm mais aderência para serem elétricos. O preço final de um SUV grande elétrico a combustão tende a ser muito similar ao de um equivalente elétrico. E isso não ocorre com modelos de entrada. Por isso, investimos nos novos lançamentos da marca, que se voltam a essa fatia mais sofisticada de mercado”, afirma Henrique.

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