Facilitação de financiamento para a comercialização de veículos menos poluentes deverá aquecer o mercado
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Facilitação de financiamento para a comercialização de veículos menos poluentes deverá aquecer o mercado

A Anfavea se reúne com o BNDES para divulgar o Finame Baixo Carbono. Esse nome se refere a um conjunto de regras de financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos que  contribuam para a redução da emissão de carbono, financiando ônibus e caminhões  elétricos (bateria ou célula de combustível), híbridos, a gás ou movidos exclusivamente  a biocombustível, bem como veículos comerciais leves elétricos e híbridos.

O programa também se aplica para empresas, locadoras e frotistas que desejam  adquirir carros de passeio elétricos ou híbridos; motocicletas, bicicletas, triciclos e  patinetes elétricos. Além disso, o Finame Baixo Carbono pode ser usado no financiamento de itens de infraestrutura e de tecnologias de geração de energia solar e eólica.

A divulgação da linha faz parte de uma estratégia do BNDES para colaborar com a adoção de tecnologias que possibilitem o alcance da neutralidade de carbono nos diversos setores da economia brasileira. A parceria com a Anfavea se dá pela relação que há entre esse tipo de financiamento com os produtos das indústrias automotivas do Brasil.

Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, se reúne ao BNDES para comentar detalhes da parceria
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Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, se reúne ao BNDES para comentar detalhes da parceria

“O setor automotivo oferece soluções tecnológicas complementares, que já são uma realidade, como a eletrificação, os biocombustíveis e as soluções híbridas; todas elas com seus méritos e desafios", disse  presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.

O executivo continua dizendo que "a inspeção veicular e renovação da frota são passos fundamentais que fazem parte desse esforço. O legado ambiental que deixaremos para as futuras gerações é uma obrigação de todos nós que estamos aqui”, explicou ele.

“O BNDES faz um movimento importante na direção da necessidade  da definição de uma política de Estado que sinalize às nossas empresas para onde direcionar seus investimentos para as próximas gerações de veículos, de forma a inserir  o Brasil nas estratégias globais das novas tecnologias de motorização e no complexo e  competitivo fluxo do comércio exterior” complementou Moraes.

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