Novo Nissan Sentra poderá ser a oportunidade da fabricante para reforçar seu nome nas vendas
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Novo Nissan Sentra poderá ser a oportunidade da fabricante para reforçar seu nome nas vendas

Durante o evento de lançamento da Frontier na Argentina, a Nissan reuniu mais de 100 jornalistas brasileiros e argentinos, isso antes de trazer todo o pessoal da rede de concessionárias. Por lá, comentaram que o sedã Sentra virá só em 2023, já que o time de engenharia ainda precisará de tempo para finalizar os ajustes e as homologações do carro para o Brasil.

Isso pode significar a vinda da versão híbrida também, que ainda está em desenvolvimento na China. A outra motorização é o novo motor 2.0 aspirado de 151 cv e 20,2 kgfm com câmbio CVT.

Segundo a fabricante, a nova geração do Nissan Sentra ficou 12% mais potente e tem 13% mais “torcudo” que a geração anterior. Os números deverão apresentar variação a partir do momento que chegar ao Brasil, por conta da presença de 27% de etanol na gasolina.

O novo Sentra ficou mais parecido com o “irmão maior” Altima, e agora mede 4,64 metros de comprimento (contra 4,63 m do Corolla), 1,81 m de largura (contra 1,78 m), 1,45 m de altura (1,44 m) e 2,71 m de entre-eixos (2,70 m). O porta-malas tem capacidade para 466 litros, ficando na mesma faixa do Toyota Corolla, que pode levar 470 litros.

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A chegada da novidade deverá marcar um salto de relevância da Nissan na sua participação de mercado no Brasil. Com ele, teria um diferencial importante para ganhar apelo entre os sedãs médios no Brasil, onde o segmento está se transformando em um nicho de mercado.

Hoje o líder de vendas do segmento é o Toyota Corolla , que já tem versão híbrida e será renovado no ano que vem, o que foi confirmado pela própria fabricante. E a participação dos sedãs médios no mercado, conforma dados da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), é de apenas 5,1% em março e de 4,6% no acumulado dos três primeiros meses de 2022.

Os sedãs médios já tiveram dias melhores. A produção do  Chevrolet Cruze não deverá passar de 2023, enquanto o Jetta tenta se manter com uma nova reestilização , que deverá ser adotada no Brasil ainda em 2022.

Já o Honda Civic , que acumulava uma participação de mercado mais ampla, passará a vir importado, mas não deverá ser trazido nas versões básicas. O maior destaque deverá ser a sua versão híbrida, que faz até 20 km/l.

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