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Imagens mostram o cupê esportivo em ação, equipado com motor de seis cilindros do Chevrolet Opala, mas com um pouco mais de fôlego

Durante as décadas de 60 e 70 os veículos fora-de- série inauguraram um novo nicho de mercado no Brasil. Naquela época a criatividade e genialidade de alguns fabricantes foi posta à prova e tivemos modelos realmente inesquecíveis. A Puma Veículos tem uma parcela importante nessa história.

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A Puma foi também a marca mais bem-sucedida entre todas as pequenas fabricantes, inclusive exportando para Europa, Estados Unidos e Japão. No mercado norte-americano, o Puma GTE chegou a se chamado de “brazilian Corvette”, mais pelo desenho arrojado para a época do modelo que vinha com motor traseiro, da Volkswagen, refrigerado a ar, vindo do Fusca original.

Mas foi no início da década de 70 que a marca resolveu inovar e criar um modelo que mesclasse o estilo dos muscle cars com mecânica seis cilindros Chevrolet, algo bastante diferente dos refrigerados a ar do famoso Puminha.

Nasce um esportivo nacional de seis cilindros

O GTB nasceu incialmente como GTO, de Gran Turismo Omologato, mas logo recebeu a sigla que o tornaria um ícone estre os esportivos nacionais. A partir de 1972 o “Gran Turismo Brasileiro” chegaria às lojas sem opcionais como o carro mais caro do país.

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Com o sucesso da primeira série, o Pumão, como era chamado, recebeu uma atualização em 1978. É nessa fase que nosso personagem aparece com destaque. Nesse período a empresa Fibrão customizava o modelo com acréscimo de 50% do valor. Nada como a exclusividade de algo feito artesanalmente.

Nesse sentido o GTB podia ser customizado de duas formas distintas. Com lanternas e faróis da linha Opala ou, como no exemplar da matéria, acessórios da linha Voyage. Isso pode parecer estranho nos dias de hoje, mas na década de 80 quem acelerava um deles atraía todos os olhares pela rua.

Confesso aos leitores que foi difícil achar um deles. Aliás, nunca pensei que veria o Daytona nessa tonalidade vermelha idêntico ao exemplar da propaganda de revista que vi aos sete anos de idade. Por essa razão aproveitei cada minuto ao volante dessa verdadeira máquina do tempo. Até a próxima semana!

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