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Sedã de luxo foi um dos sonhos de consumo por detalhes como o interior requintado e o motor 4.1, que poderia funcionar com câmbio automático

O Chevrolet Opala chegou ao Brasil na década de 60. Naquela época ele se tornaria a maior novidade da linha Chevrolet. E suas qualidades foram bastante exploradas pela publicidade da marca no período, com propagandas em jornais, televisão e também revistas.

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Na década de 70 a chegada da versão SS do Chevrolet Opala , com bancos separados, faixas nas laterais e câmbio no chão, criou um novo concorrente de seis cilindros para os V8 da época. Vale ressaltar também o lançamento, inicialmente na opção esportiva, da carroceria cupê.

No início dos anos 80 o luxo marcou presença com o lançamento da versão Diplomata. O carro vinha equipado com teto de vinil mas com características próprias, como por exemplo o desenho das rodas e ar-condicionado. Indiscutivelmente foi um marco para a Chevrolet.

Raro exemplar

Chevrolet Opala Diplomata SE: um dos sedãs mais luxuosos fabricados entre o fim dos anos 80 e o início dos 90
Renato Bellote/iG
Chevrolet Opala Diplomata SE: um dos sedãs mais luxuosos fabricados entre o fim dos anos 80 e o início dos 90

O Diplomata da matéria é um SE do último ano antes da mudança da frente e que seria também a despedida do icônico modelo. O estilo quadrado do sedã que veio da década de 80 passou por mudanças que o tornaram bastante atraente na época. Entre outros itens, o carro chamava atenção por detalhes como um dos sistemas de som mais avançados da época, com equalizador.

Havia também expansão do ar-condicionado para os passageiros do banco de trás e, a partir da linha 88, o carro podia vir com câmbio automático de quatro marchas, fabricado pela renomada marca alemã ZF, fornecedoras de marcas tradicionais como Jaguar e Mercedes-Benz. 

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A dirigibilidade é um dos pontos forte do modelo. Aliás, quando nos referimos ao Opala, sempre foi. Maciez e conforto andam juntos também no Diplomata. E se pensarmos no contexto do período, pré-importados, ele era uma opção cara e que conseguia agradar pelo conjunto.

O motor de seis cilindros em linha tem funcionamento suave e se destaca pelo torque mais abundante. No caso do modelo automático o câmbio era bastante moderno, com trocas suaves, o que contribuia com o conforto. 

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Outra característica que faz desse exemplar do Chevrolet Opala da matéria algo bastante especial é que marca apenas 70 mil quilômetros originais no odômetro. Ele teve bons donos ao longo da vida e garante passeios confortáveis e cheio de estilo aos finais de semana. Até a próxima!

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