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Bom acabamento, conforto e mecânica robusta eram os atrativos do sedã que conquistou os brasileiros. Confira o vídeo com as impressões;

Monza. Poucos carros podem ostentar o título de “objeto de desejo” como ele. Na década de 80 o médio da Chevrolet era um dos automóveis mais cobiçados do país. E ainda tínhamos o ágio, que aumentava valores consideravelmente e, além disso, a expectativa dos futuros consumidores.

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O Monza foi lançado em 1982. Inicialmente apenas na versão hatchback e utilizando o motor de 1,6 litro, considerado fraco pela imprensa especializada. Mas a opção da carroceria sedã e do propulsor de 1,8 litro abriu novas perspectivas de mercado. 

O conjunto do carro nessa nova configuração agradou bastante. A combinação do bom acabamento, conforto e mecânica robusta fez dele uma referência de mercado, com um acerto dinâmico elogiável. 

Logo chegou a versão esportiva. Utilizava o mesmo motor, porém com um carburador de corpo duplo e o chamado câmbio curto, com relações que privilegiavam o desempenho superior. O S/R mesclava conforto e esportividade.

Renovado

Monza SL/E arrow-options
Renato Bellote/iG
Rara unidade do Monza SL/E é de 1991, a geração que ficou conhecida popularmente como "tubarão"

No final dos anos 90 o Monza passava por sua primeira grande reestilização. Sentindo o peso dos anos inovou a dianteira e também a parte traseira. Essa geração é chamada de “tubarão”, e fica fácil entender o apelido olhando para ele.

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Mas o que a década de 80 e início dos anos 90 trazia de mais interessante era a opção de escolhas para o cliente. Me refiro aos opcionais vendidos separadamente. O comprador poderia comprar um SL/E quase completo e escolher os acessórios.

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O exemplar da matéria é um exemplo, ano 1991. Ele é um Super Luxo Especial , sigla bastante usada pela marca no período, porém sem ar-condicionado, a pedido do primeiro proprietário. Além disso, traz todo o charme do monocromático e a carburação, que já se despedia no final daquele ano. Até a semana que vem.