Jaguar XKSS
Divulgação
Jaguar XKSS

As  edições de 1955, 1956 e 1957 das 24 Horas de Le Mans foram vencidas pelo Jaguar D-Type. Desse bólido saiu o XKSS , uma espécie de D-Type que podia ser usado na rua. Em 1957, nove deles que seriam exportados para os EUA foram destruídos por um incêndio dentro de uma das fabricadas da Jaguar na Inglaterra.  

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Agora, a Jaguar Classic (braço da empresa responsável por restaurar e reconstruir automóveis clássicos) começa a “ressuscitar” esses nove exemplares perdidos – não são exatamente aqueles; essa fornada é totalmente nova e decidiram fazer apenas nove exemplares para deixar a história mais bonita.

O primeiro XKSS feito após sessenta anos, pintado na lendária cor Sherwood Green, ficou pronto. Ele servirá de modelo para os outros nove, que serão destinados a “um seleto grupo de clientes e colecionadores”, segundo o comunicado da empresa. Um milhão de libras esterlinas cada um, algo em torno de R$ 4,3 milhões. 

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Idêntico ao XKSS original dos anos 50


É a segunda vez que a marca reconstrói um carro antigo. A primeira vez foi em 2014, com seis unidades do E-Type Lightweight.

O “novo” XKSS foi feito a partir de desenhos originais do arquivo da Jaguar e de um processo que consistiu em digitalizar imagens do chassi e das peças. A carroceria é feita em liga de magnésio, como em 1957. 

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O motor segue as mesmas configurações do XKSS de 1957: 3,4 litros, seis cilindros em linha. Com novo bloco de ferro e novas cabeças de cilindro, produz 260 cv. No interior, tudo foi recriado fielmente: do volante de madeira aos botões de lata do painel.

 É um nicho de mercado a ser criado. Baratear o processo de produção é o desafio. Veja abaixo o vídeo do XKSS em ação.







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