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Modelo parte de R$ 11.690 e recebe amortecedores recalibrados e mais opções de cores entre as principais novidades

Yamaha NMAX 160 ABS da linha 2018 mantém inalterada a parte mecânica, mas ganha mudanças no visual
Divulgação
Yamaha NMAX 160 ABS da linha 2018 mantém inalterada a parte mecânica, mas ganha mudanças no visual

Uma das novidades da linha 2018 da Yamaha fica por conta do scooter NMAX 160 ABS, que passa a ter algumas mudanças e começa a ser oferecido por preços que partem de R$ 11.690, valor que ainda não tem o frete incluído. Começa com as novas opcões de cores:  Preto Eclipse (preto sólido), R-White (branco metálico) e Matt Red (vermelho fosco), como na imagem acima.

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Entre as alterações do scooter da Yamaha da marca japonesa ainda está entre os destaques a recalibragem dos amortecedores traseiros Double Shock, cujo curso chega a 90 milímetros em cada roda. Além disso, o garfo dianteiro recebeu novos ajustes, o que melhorou o conforto do modelo, de acordo com a fabricante. 

Na parte mecânica, porém, não houve alterações. O motor continua sendo de 160 cc de cilindrada, capaz de gerar 15,1 cv a 8.000 rpm e 1,47 kgfm de torque a 6.000 rpm. Na hora de frear, os discos são de 230 milímetros de diâmetro com sistema ABS nas duas rodas. O scooter da Yamaha NMAX 160 ABS também vem com painel de LCD, farois e luz de freio de LED e porta-capacete de 25 litros.

Ágil no dia a dia

 O colunista de iG Carros, Gabriel Marazzi, já pilotou a Yamaha NMAX 160 ABS e destacou a agilidade do scooter entre os pontos mais importantes. Ele disse que o motor refrigerado a água, com comando de válvulas variável, acaba ajudando bastante no desempenho. Isso pode ser notado com clareza nas arrancadas nos semáforos, ainda de acordo com Marazzi.

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Ele também destaca que, nos congestionamentos, o scooter da Yamaha vai bem por ter guidão mais alto. E conta também tanto com suspensão firme quanto com freios eficientes, equipados com sistema antibloqueio (ABS) nas duas rodas do modelo.  

Como ponto que poderia melhorar, nosso colunista lembra que falta uma tomada de força para o scooter da Yamaha, útil para carregar o celular, por exemplo. Além disso, bem que poderia ter sistema stop/start, como o rival Honda PCX, o que também iria contribuir com a redução do consumo de combustível por desligar o motor com o veículo parado, tornando a ligá-lo automaticamente quando o freio deixar de ser acionado pelo condutor.  

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