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São elas a elétrica LiveWire, a Road Glide Limited — que estreia novas tecnologias — e o retorno da Low Rider S, com o motor Milwaukee-Eight 114

Novas Harley-Davidson da linha 2020 arrow-options
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Modelos da linha 2020 como a Road Glide Limited (foto) chegam para ditar novos parâmetros de tecnologia na marca

A Harley-Davidson acaba de anunciar sua linha de modelos para o ano de 2020, com a apresentação oficial agendada para a segunda semana de setembro na Califórnia (EUA). Além da primeira moto elétrica da marca, LiveWire, a Low Rider S — com o motor Milwaukee-Eight 114, que passa a integrar a família Softail — e a CVO Tri Glide — com novas tecnologias, como o controle de tração, e o sistema HD Connect, que permite o pareamento da central da moto com o smartphone (também presente na elétrica — são as maiores novidades. A Harley-Davidson diz que ainda não há data para a LiveWire ser lançada no Brasil.

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Ainda assim, a nova  Road Glide Limited também compõe os maiores destaques, substituindo a  Harley-Davidson Road Glide Ultra para 2020 no segmento das motos de luxo, voltadas a grandes viagens. Quanto ao modelo, agora está disponível com uma nova Opção de acabamento preto, também integrado ao pacote de opcionais da linha Ultra Limited 2020. Vale destacar, além disso, que o sistema ABS Brembo da Harley, que anteriormente era uma opção disponível em alguns modelos de turismo, agora é padrão em todos os modelos dessa categoria.

O centro das atenções

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Harley-Davidson LiveWire segue a mais chocante, por representar uma revolução no line-up da fabricante

A LiveWire é, definitivamente, a grande divisora de águas na história da marca. O novo design futurista não é só parte da estratégia da Harley-Davidson de renovar seus negócios nos EUA até 2027, mas também de estabelecer a marca como líder na eletrificação do transporte em duas rodas. É com isso que, a partir dela, a marca revelou que outras motocicletas elétricas deverão chegar logo em seguida.

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Dados oficiais de desempenho revelam que é capaz de acelerar até 100 km/h em 3 segundos e sua autonomia é de 235 km. O propulsor elétrico não faz uso de embreagem, nem troca de marchas, simplificando a condução para novos pilotos. Além disso, as frenagens regenerativas de energia adicionam carga à bateria,

Através do sistema Connect, o piloto se informa sobre o status da carga de bateria, autonomia disponível, locais onde há estações de recarga para a bateria, alerta de violação e localização do veículo, notificações de atendimento e lembretes de revisões. Entre outros equipamentos, também se encontram os que auxiliam a condução. Entre eles, o controle eletrônico de chassi, freios ABS e controle de tração.

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Ainda quanto ao controle, o seu motor está localizado na parte inferior da motocicleta para baixar o centro de gravidade, ajudando na agilidade da moto em todas as velocidades e tornando mais fácil o controle quando parada. Por fim, para não deixar a desejar no quesito ronco, o motor promete, segundo a fabricante “um novo som característico da Harley-Davidson ao acelerar e ganhar velocidade”.