Fabricantes japonesas buscam aprimorar a tecnologia a hidrogênio que se diferencia da tendência eletrificada
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Fabricantes japonesas buscam aprimorar a tecnologia a hidrogênio que se diferencia da tendência eletrificada

A Kawasaki, que anunciou ter planos para lançar suas primeiras motos a hidrogênio nos próximos anos, está mais adiantada nos estudos que visam implementar a tecnologia nas linhas de produção. Isso é algo que muitos fabricantes do segmento cogitam desde o início da década passada. A marca pretende lançar 10 motos, com motor a hidrogênio, até 2025.

A Yamaha , por sua vez, irá desenvolver o projeto com colaboração da Denso, empresa de sistemas de ignição que pertence ao Grupo Toyota . A primeira vai fornecer componentes internos, estudos de combustão e desempenho, enquanto a segunda colabora com o desenvolvimento da parte de injeção e velas.

Além das motos à combustão, Kawasaki e Yamaha também estão de olho no nicho das motos elétricas . Ambas estão em um consórcio que também conta com participação de Honda e Suzuki para desenvolver um padrão de baterias intercambiáveis para motocicletas elétricas.

Motos a hidrogênio serão uma nova tendência do mercado?

Moto da Xiaomi eleva a aplicação de novas tecnologias a um patamar ainda mais diferenciado
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Moto da Xiaomi eleva a aplicação de novas tecnologias a um patamar ainda mais diferenciado

Além da Yamaha e da Kawasaki, a marca chinesa de tecnologia Xiaomi anunciou que está desenvolvendo a primeira moto híbrida , com motor elétrico e outro a hidrogênio. O modelo recebe o nome de Segway Apex H2, sendo a continuação da Segway Apex, sua primeira moto elétrica lançada em 2019.

A empresa anunciou que essa motocicleta inédita chegará ao mercado em 2023, pelo preço de 10.700 dólares (algo em torno de R$ 55 mil, em conversão direta). Ela chegará a uma velocidade máxima de 150 km/h e vai acelerar de 0 a 100 km/h em 4 segundos. Basta trocar o botijão de hidrogênio e estará carregada.

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