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Divulgação
Porsche Cayenne

 Vazam fotos da terceira geração do Porsche Cayenne que será apresentada no Salão de Frankfurt (Alemanha), em meados do mês que vem. O design, com já havíamos antecipado, continua conservador na compararação com a geração atual.

O desenho mostrado pela fabricante revela alguns traços do SUV, que não parece se preocupar em ser robusto e musculoso. A Porsche optou por linhas suaves e fluidas para demarcar uma carroceria elegante. Note que o capô ficou mais baixo, acompanhando as linhas do Macan. Assim como aconteceu com Audi Q7 e Bentley Bentayga, o Porsche Cayenne deve perder peso com o uso da moderna plataforma MLB.

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Ainda pouco se sabe sobre o conjunto mecânico, mas podemos esperar por motortes V6 e V8, a gasolina. No futuro, a Porsche pode integrar motores a diesel e versões híbridas ao Cayenne, tornando-o ainda mais competitivo contra os conterrâneos Mercedes-Benz GLE, BMW X5 e Audi Q7.

O Porsche Cayenne foi apresentado em 2002 como o primeiro carro V8 da montadora alemã, desde que o 928 foi descontinuado sete anos antes. Ele foi também o primeiro modelo quatro portas da marca. Sua segunda geração foi mostrada no Salão de Genebra (Suíça) de 2010, e compartilhou diversos componentes com o primo premium Audi Q7 e o discreto Volkswagen Touareg. A reestização veio em 2014, mostrado no Salão de Paris (França) com poucas mudanças externas e uma nova versão híbrida.

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É o modelo da Porsche mais vendido no Brasil e no mundo, ganhando recentemente a série especial Platinum Edition. que parte de R$ 389 mil, podendo chegar a R$ 420 mil no modelo híbrido. Destacamos vidros traseiros escurecidos; detalhes em preto brilhante e rodas de liga-leve de 20 polegadas estilo RS Spyder com pintura prateada no Cayenne V6 e  21 polegadas estilo Sport Edition no Cayenne S E-Hybrid.

Dieselgate

Ainda essa semana, as vendas do Cayenne Diesel foram suspensas na Suíça como mais um episódio da velha história das fraudes nos dados de emissão. O Dieselgate explodiu em 2015, causando um grande terremoto dentro do Grupo Volkswagen. A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos descobriu a existência de um software instalado nos veículos da Volkswagen que altera os números de emissões de poluentes apenas quando os carros são submetidos a testes.

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Pouco tempo depois, a Volkswagen assumiu a culpa pelo ocorrido e, no dia seguinte, o presidente global do grupo, Martin Winterkorn, renunciou ao cargo. Os abalos do Dieselgate continuam sendo sentidos até hoje por fabricantes do mundo todo.

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