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Divulgação
Novo Citroën C3 europeu vai servir de base para o novo modelo compacto que vai substituir o fabricado atualmente no Brasil

O INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) divulga alguns registros de desenho industrial no mínimo intrigantes feitos pela PSA Automobiles, grupo industrial que reúne as marcas Citroën, Opel, Peugeot e Vauxhall. São duas lanternas e outras peças da carroceria, que não casam com nenhum dos modelos da linha atual da empresa hoje em dia.

No caso das lanternas, chama a atenção a simplicidade no desenho. Com visual muito parecido com o das peças usadas no Volkswagen Gol de 2009, utiliza lâmpadas convencionais no lugar de luzes de LED, detalhe que pode indicar que essas peças podem ser destinadas ao modelo que deve substituir o Citroën C3 no Brasil.

Este substituto do C3 no Brasil não virá da linha europeia. Dentro da estratégia já anunciada pela PSA de ter uma linha de produtos "complementares e distintos" entre as suas marcas, o novo hatch da Citroën será posicionado abaixo do Peugeot 208 .

C3
reprodução INPI
Lanterna

O modelo, que está sendo desenvolvido na Índia, faz parte do projeto C-Cubed, uma nova família de carros de baixo custo feitos sobre uma variação simplificada da base CMP e que além do hatch irá contar com um sedã e um SUV compacto. O primeiro representante, o SUV, irá chegar no ano que vem ao mercado indiano.

Lançado no Brasil em 2003, o Citroën C3 ganhou uma segunda geração (idêntica ao carro da Europa) em 2012. Mas desde então segue vivo com o mesmo visual básico e já está defasado em relação ao europeu, que apesar de seguir com a plataforma PF1 está uma geração na frente desde 2016. No início desde ano, o C3 da Europa passou por uma reestilização, que aumentou ainda mais o abismo em relação ao carro feito em Porto Real (RJ). Veja na galeria abaixo os componentes registrados no INPI.


A PSA foi procurada pela reportagem de iG Carros e emitiu o seguinte posicionamento da fabricante sobre o modelo que deverá substituir o Citroën C3 no Brasil: 

"Registramos rotineiramente no INPI diversos modelos de veículos e peças para proteger a nossa propriedade intelectual, independente do fato de serem ou não lançados localmente."

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