
A Jeep abriu em Portugal as encomendas do novo Jeep Compass e-Hybrid Plug-in, versão que passa a ocupar o topo da gama eletrificada no país europeu. O SUV parte de 34.000 euros mais 14.000 de IVA (algo em torno de R$ 226 mil reais, em conversão direta) na configuração de 225 cv, segundo comunicado da marca.
A nova geração amplia a oferta eletrificada do Compass na Europa, que passa a contar com três alternativas: e-Hybrid de 145 cv, a nova variante plug-in de 225 cv e uma opção 100% elétrica com bateria de 74 kWh e 213 cv.
Versão plug-in tem até 983 km de autonomia total
O Compass e-Hybrid Plug-in combina motor a gasolina com propulsor elétrico para entregar 225 cv de potência combinada. Segundo a Jeep, a autonomia em modo totalmente elétrico supera 80 km no ciclo combinado e pode ultrapassar 100 km em uso urbano.

Com o tanque abastecido e a bateria carregada, a autonomia total declarada pode chegar a 983 km. O modelo conta com transmissão automatizada de dupla embreagem e sete marchas (e-DCT7).

Entre os recursos técnicos, o SUV traz o sistema Selec-Terrain com cinco modos de condução: Auto, Sport, Snow, Sand/Mud e Electric. O sistema ajusta parâmetros como motor, direção, câmbio e controle de estabilidade conforme o tipo de terreno.

Nova geração evolui em espaço e tecnologia
A Jeep informa que o novo Compass recebeu melhorias estruturais e de dinâmica, com novo acerto de suspensão, direção mais precisa e reforço na insonorização. O interior foi redesenhado, com mais espaço para passageiros e bagagem, além de nova interface digital e serviços conectados.

O modelo também oferece acesso remoto por aplicativo, pré-condicionamento do habitáculo e gestão de carregamento nas versões eletrificadas.
Brasil terá 1.3 Turbo Flex e duas configurações híbridas
A nova geração do Compass está prevista para o mercado brasileiro em 2027. No Brasil, o SUV deverá adotar o motor 1.3 Turbo Flex T270 como base para todas as versões eletrificadas.
Nas configurações de entrada, o modelo terá sistema híbrido leve associado ao câmbio e-DCT de seis marchas. Já nas versões intermediárias, a motorização será híbrida plug-in, com transmissão automatizada de dupla embreagem e sete marchas.
A estratégia inclui ainda a possibilidade de uma versão 100% elétrica no topo da gama, mas essa configuração deverá ficar para um novo ciclo de investimentos da Stellantis, possivelmente planejado para a próxima década.