Com o sistema híbrido de trabalho, escolha do final de placa passou a ter mais relevância no mercado de usados
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Com o sistema híbrido de trabalho, escolha do final de placa passou a ter mais relevância no mercado de usados

Mais do que um simples número para alguns e que pode até soar como superstição, o final da placa é um fator importante na decisão de compra. Pelo menos esse é um levantamento realizado pela Webmotors, site de classificados de compra e venda de veículos.


De acordo com a pesquisa , foram 2.250 consumidores de todo o Brasil que deram a suas opiniões a respeito desse detalhe que influencia na decisão de fechar a compra de um seminovo e usado.

“Com a pandemia e trabalhos remotos, o final da placa ganhou mais relevância. Optei por uma placa que coincidisse com o dia em que trabalho de casa. Ganho mais comodidade e não fico sem o carro nos dias em que preciso sair”, analisa Cris Rother, CMO da Webmotors.

Rother também aponta a preferência pelas placas com final 1 e 2 , que "leva o dono a pagar a taxa de licenciamento em julho, o que lhe dá um respiro estratégico entre as muitas contas do início de ano e uma certa folga até as despesas tradicionais de dezembro”.

O estudo apontou que 35% das pessoas escolhem o final da placa de olho nos dias de rodízio, e 31% delas com foco na quitação do licenciamento. Já 29% faz os cálculos para que as despesas com os finais 9 e 0 não fiquem próximas ao vencimento do IPVA.

Entre as questões de perguntas de múltipla escolha, 26% dos participantes responderam que a solução encontrada para se locomover em dias de rodízio é se enquadrar nos horários permitidos para transitar com o veículo.

Do total, 26% também revelaram ter um segundo carro com final de placa diferente. Dentro das opções, a locomoção por aplicativos é feita por 15% dos entrevistados e apenas 5% preferem utilizar outros meios de transporte como bicicletas ou carona.

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