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Moto da marca japonesa vem com a mesma mecânica da Factor 150, com mais apelo esportivo. Confira o que achamos do modelo

A Yamaha Fazer 150 tem visual arrojado, posição de pilotagem mais esportiva e detalhes estéticos que agradam
Guilherme Marazzi
A Yamaha Fazer 150 tem visual arrojado, posição de pilotagem mais esportiva e detalhes estéticos que agradam

Nada como ter opções. Para aqueles que resolveram rodar por aí com uma das motocicletas mais versáteis e populares de nosso mercado, a Yamaha oferece nada menos do que três modelos diferentes, porém muito parecidos. Mostramos aqui, há um mês, a Yamaha Factor 150, utilitária urbana que tem um pouco mais de força do que sua irmã de mesmo nome, a Factor 125i, avaliada três semanas antes. Mas ainda há a mais “top” da linha nessa faixa de cilindrada, a Yamaha Fazer 150.

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A Yamaha Fazer 150  foi lançada em 2013 para aproveitar as boas graças de sua irmã maior, a Yamaha YS 250 Fazer , que sempre esteve em alta no conceito dos motociclistas adeptos do quarto de litro. Na época, a YBR Factor ainda não estava disponível com o motor de 149,3 cm3, de forma que essa motocicleta inaugurou a cilindrada na marca, já com motor bicombustível. Há cerca de dois anos, chegou a versão Fazer 150 UBS, que passou a ter freios combinados.

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Yamaha Fazer 150: superior

Yamaha Fazer 150 reúne o essencial para o dia-a-dia, com uma dose extra de sofisticação para o piloto
Divulgação
Yamaha Fazer 150 reúne o essencial para o dia-a-dia, com uma dose extra de sofisticação para o piloto

Quando comparada à Factor, a Yamaha Fazer 150 tem visual mais arrojado e uma posição de pilotagem ligeiramente mais esportiva, resultado do guidão mais baixo e das pedaleiras mais recuadas. Sendo uma versão ligeiramente superior à Factor, a Fazer 150 tem alguns detalhes mais aprimorados, como as alças de alumínio para o garupa, nome gravado em baixo relevo na mesa superior, contra-pesos no guidão e retrovisores hexagonais. Para se diferenciar da Factor, tem ainda as bengalas pintadas de preto e um farol multifacetado mais complexo, que passa um ar de maior agressividade.

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O painel de instrumentos da Yamaha Fazer 150 é mais elaborado, com o enorme conta-giros analógico em destaque e o display de LCD com os mesmas funções, Eco, trip 1 e trip 2 e indicador digital de marchas. Mecanicamente, trata-se da mesma motocicleta, com o pneu traseiro ligeiramente mais largo. O motor monocilíndrico flex refrigerado a ar tem cilindrada de 149,2 cm3, potência de 12,4 cv e torque de 1,3 kgfm. O câmbio é de cinco marchas e os freios têm o sistema UBS, que unifica a força de frenagem nas rodas dianteira e traseira quando se utiliza apenas o pedal.

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São três as cores disponíveis para a Yamaha Fazer 150 , branco, preto e vermelho. As duas primeiras tem as molas da suspensão traseira amarelas, enquanto a vermelha tem as molas na cor vermelha. O preço? R$ 10.290, R$ 1.200 a mais do que a Factor 150. Definitivamente a marca segue a luta contra a hegemonia de mercado da Honda, com pouco mais de impressionantes 80% de participação no mercado brasileiro de motocicletas. 

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