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Renato Bellote/iG
Chevette com câmbio automático: raro exemplar ficou parado por vários anos e sempre foi bem conservado pelos donos da mesma família

O título da matéria vai causar uma onda de nostalgia, e curiosidade, entre nossos leitores. Isso porque o Chevette foi um dos grandes modelos da Chevrolet no mercado nacional e faz sucesso até hoje em uma nova geração de entusiastas que apreciam a clássica combinação de motor pequeno e tração traseira. 

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O modelo chegou às lojas em 1973. A concepção europeia era bastante moderna e logo deslanchou nas vendas. A versão vendida aqui era uma reestilização do Opel Kadett e foi lançada no Brasil antes do similar na Europa. Isso realmente é algo interessante.

Cinco anos mais tarde passaria pela primeira reestilização. O estilo passou a contar com um ar mais moderno que lembrava os Pontiac da época. Além disso foram oferecidas belas combinações de cores, como o interior monocromático. A versão GP II saiu de linha nessa época.

Nos anos 80 uma reestilização mais completa trouxe um ar mais jovem ao Chevette. Novas versões surgiram com nomenclatura específica. E a maior novidade foi a chegada da Marajó, a station wagon que se encaixava na faixa de preço abaixo da Caravan.

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Nesse período também foi oferecido um opcional considerado item de luxo na época: a transmissão automática. A caixa com três velocidades foi algo interessante em um carro de porte médio, nos padrões dos anos 80, e não teve uma produção volumosa.

Além disso muita gente acabou trocando o câmbio com o passar dos anos. O clássico da matéria de hoje é um dos sobreviventes. Ele pertence ao mesmo proprietário desde zero quilômetro e é usado com regularidade pelo dono, inclusive para viagens.

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O Chevette é um carro bom de guiar por natureza por conta do tamanho compacto com tração traseira, uma combinação rara por aqui. O câmbio fica devendo uma marcha, mas não faz feio, sendo suficiente para empurrar o motor de 1,6 litro. Em breve teremos uma Chevy 500 com o mesmo equipamento. Nos vemos!    

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