A Audi completa a nova linha de supercarros da gama RS, com a última geração dos RS Q3 (R$ 435.990), RS Q3 Sportback (R$ 465.990), RS Q8 (R$ 902.990), RS 6 Avant (R$ 793.990) e RS 7 Sportback (R$ 839.990).

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Os novos modelos da Audi chegam para complementar o TT RS (R$ 419.990), a perua RS4 (R$ 555.990) e o RS5 Coupé (R$ 575.990), que chegam com atualizações no visual. Entretanto, o grande destaque fica por conta do carro de corrida para as ruas: o novo R8 (R$ 1.260.990).

Todas as novidades contam com os equipamentos de última geração da Audi, bem como estreiam as inúmeras possibilidades de customização, que na linha RS é de quase 1 milhão de combinações, e para o R8, 1,6 milhão de alternativas. Os supercarros ganham mais conectividade, melhores níveis de acabamento, melhor ergonomia, mais desempenho, além do foco na exclusividade.

“O nível de exigência dos nossos clientes é muito alto e demanda não apenas os melhores produtos, mas também uma nova experiência na jornada com a marca. Por esta razão queremos oferecer um novo patamar de exclusividade ao permitir que o potencial interessado configure seu próprio modelo antes da produção”, explica Johannes Roscheck, CEO e Presidente da Audi do Brasil.

As entregas serão divididas em etapas, uma vez que os RS Q3 (tradicional e Sportback) só chegam no início de 2021, ante o agendamento do último trimestre de 2020 para o restante da linha RS e o R8. Todos terão opção de customização através do site, antes mesmo de irem à linha de produção. Nenhum opcional aumenta o preço, com exceção aos freios de cerâmica (R$ 75 mil) e cores exclusivas que podem adicionar R$ 37 mil ou R$ 75 mil.

Novos Audi RS

Os RS Q3 e RS Q3 Sportback, variantes mais potentes do SUV são equipados com o motor 2.5 TFSI de cinco cilindros, que gera 400 cv e 48,9 kgfm, aliados ao câmbio automatizado de dupla embreagem com 7 marchas. Com isso, vão de 0 a 100 km/h em apenas 4,5 segundos e chegam aos 250 km/h limitados eletronicamente.

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Logo acima está a RS6 Avant e o RS7, com o motor 4.0 TFSI de 600 cv e 81,6 kgfm, com o movimento que chega às quatro rodas através do câmbio automático Tiptronic de 8 marchas. Ambos vão até 100 km/h em 3,6 segundos e passam dos 300 km/h quando equipados com os freios de cerâmica (junto do pacote que eleva o limitador eletrônico de velocidade).


Por fim, está o segundo carro mais caro da marca, o inédito RS Q8. Também com o motor 4.0 TFSI de 600 cv, vai de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos e chega aos 250 km/h. Todos os modelos vêm com o cluster digital com pareamento com a central multimídia de 10,1 polegadas (que tem conectividade Apple CarPlay e Android Auto), ar condicionado totalmente digital em uma tela de 8,6 polegadas.

O topo da cadeia: Audi R8

Audi R8
Guilherme Menezes
Audi R8 teve a primeira leva que chegou ao Brasil toda vendida. Cada carro sai por R$ 1.260.990, com motor V10 de 610 cavalos

Com um total de 1,6 milhão de combinações possíveis — entre elas, 29 opções de cores, 5 acabamentos, 3 saias laterais , spoiler dianteiro, traseiro e molduras do difusor traseiro, 4 para os retrovisores, 18 opções de assentos e 6 opções de rodas de 20 polegadas — os seus equipamentos são de primeira linha.

Entre eles, o Audi R8 vem com faróis de laser, seletor de modos de condução, controle do ronco saído do escape, quadro de instrumentos digital, central multimídia e sistema de som Bang&Olufsen.

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Das pistas também veio também toda a parte aerodinâmica do R8 V10 Plus , inclusive na parte de baixo do carro, e o desenvolvimento do motor 5.2 V10, de 610 cv e 51,1 kgfm, que trabalha sem sobrealimentação. Entretanto, entre outros recursos, tem duplo sistema de injeção que funciona 85% do tempo como direta e 15% indireta, dependendo do regime de rotação, que pode chegar a 8.250 rpm ao atingir a potência máxima.


E na transmissão, além da tração integral, destaca-se também o câmbio de dupla embreagem e sete marchas. Com isso, acelera de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos e chega aos 330 km/h.

Supercarros e a crise econômica

Perguntamos à equipe de assessoria da Audi sobre as motivações da fabricante para que trouxessem as novidades em meio à pandemia, esta que forçou a queda abrupta na produção e nos emplacamentos. Segundo eles, a crise causada pelo coronavírus afetou menos o segmento de supercarros do que o observado nas demais categorias, já havendo uma recuperação na demanda por produtos de luxo, algo que ainda não se ocorreu com os demais.

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Entre as principais razões para isso, ainda segundo a Audi, é que os clientes dos carros mais caros — motivados com o grande aumento na possibilidade de customização — já tinham o dinheiro reservado anteriormente, e simplesmente seguiram com a intenção de compra, sem desistir. Evidência disso foi a primeira campanha de vendas do Audi R8, cujo lote se esgotou em pouco mais de uma semana.

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