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Neste vídeo, mostramos detalhes e tecnologias trazidas na versão intermediária do SUV de sete lugares, tabelada em R$ 150 mil

Lembra do que fizemos com o Virtus Highline ? Nós vamos repetir a receita neste review do Volkswagen Tiguan Allspace Comfortline e destacar cinco coisas que você não viu em nenhum outro vídeo ou site automotivo. Para isso, nada melhor que a versão intermediária do SUV de sete lugares, o melhor custo-benefício da gama, com preço sugerido de R$ 149.990.

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Os cinco tópicos abordados para o Volkswagen Tiguan Allspace são: iluminação da cabine, perfis do motorista (é possível fazer vários ajustes personalizados, e não apenas nos bancos, para mais de um condutor), central multimídia, itens de comodidade e tração dianteira. Vale lembrar que apenas a configuração topo de linha, R-Line, dispõe de tração integral.

O Tiguan que avaliamos é equipado com motor 1.4 turbo flex de até 150 cv e câmbio de seis marchas e dupla embreagem. Esse conjunto trabalha em ótima sintonia, garantindo desempenho satisfatório tanto em acelerações quanto em retomadas de velocidade. Mesmo pesando 97 kg a mais em relação ao seu predecessor, a sensação de agilidade é maior e os índices de consumo são praticamente os mesmos: 6,8 km/l na cidade e 8,0 km/l na estrada, com etanol, ante os 7,1 e 8,1 km/l, nesta ordem, registrados pela antiga geração. Os dados são do Inmetro.

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O que o Volkswagen Tiguan Allspace Comfortline oferece?

Tem muito a dizer sobre o Volkswagen Tiguan Allspace Comfortline. Continue de carona na matéria!
Leandro Alvares/iG Carros
Tem muito a dizer sobre o Volkswagen Tiguan Allspace Comfortline. Continue de carona na matéria!

De série, a versão Comfortline traz seis airbags, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, ar-condicionado digital de três zonas, controles de tração e estabilidade, faróis, lanternas e luz diurna de led, volante multifuncional com ajustes de altura e profundidade, freio de estacionamento elétrico com a função Auto-Hold, sensor de chuva, sistema start-stop, central multimídia com tela sensível ao toque e suporte aos principais sistemas de conectividade com smartphones, detector de fadiga do motorista, monitoramento da pressão dos pneus e três entradas USB. O único opcional é o teto panorâmico, por R$ 4 mil.

O volante de base reta e boa empunhadura reforça a ergonomia caprichada da cabine, repleta de materiais de toque macio e de porta-objetos. Espaço, aliás, é o que não falta até a segunda fileira de bancos. A terceira, como em todo modelo de sete lugares, é de difícil acesso, mas no Tiguan é apertada além da conta para pessoas com mais de 1,80 m. Com os bancos extras rebatidos, o porta-malas comporta consideráveis 686 litros, 240 l a mais que o antigo – com todos os assentos armados, o volume cai para 216 l.

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As suspensões independentes filtram com eficácia as imperfeições do asfalto sem comprometer o nível de conforto do Tiguan, que segue a tendência dos novos SUVs de se parecerem com sedãs no comportamento firme da carroceria, mesmo em curvas. Ponto positivo também para o isolamento acústico da cabine. A 120 km/h, o conta-giros registra 2.400 rpm e sequer se ouve o ruído do vento.

Mesmo sendo intermediária, o Volkswagen Tiguan Allspace Comfortline peca pela ausência de itens como partida do motor por botão, chave presencial, seletor de modo de pilotagem e park assist, exclusivos da configuração de topo. Ainda assim, há bons equipamentos, como rodas de liga leve de 18 polegadas, bancos de couro com ajustes elétricos para o motorista, câmera de ré de ótima resolução e mesas dobráveis com porta-copos embutidas atrás dos bancos dianteiros.

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